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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Onda de ataques deixa 4 suspeitos mortos e 3 vítimas feridas em 2 semanas


ação dos criminosos no Ceará, que já dura 13 dias, atingindo 68 veículos, 52 equipamentos públicos, 35 ônibus, 7 viadutos, além de ataques a vans escolares, delegacias, torres de energia e agências bancárias, deixou suspeitos mortos e vítimas feridas.

Segundo informado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), durante os 13 dias de ataques quatro suspeitos foram mortos em intervenção policial e três pessoas ficaram feridas. A SSPDS não detalhou, até o momento, onde ocorreram as ações.

O Sistema Jangadeiro apurou que um suspeito foi morto ao tentar destruir um radar no Eusébio no dia 3 de janeiro. Outra morte ocorreu nesta segunda-feira (14) quando um criminoso trocou tiros com a polícia ao tentar atear fogo em um posto de gasolina no bairro Bom Jardim, em Fortaleza.

O levantamento do Sistema Jangadeiro mostra ainda que quatro pessoas ficaram feridas nos ataques. Os casos aconteceram nos dias 3 e 7 de janeiro. O primeiro caso foi registrado em um ataque a ônibus na Avenida Cônego de Castro, no bairro Parque Santa Rosa, quando um casal de idosos e um motorista ficaram feridos. No dia 7, um instrutor de autoescola ficou gravemente ferido após criminosos atearem fogo no veículo enquanto ele dava aula no bairro Jangurussu. Com informações Tribuna do Ceará.

Estudo relaciona uso de redes sociais a desordens comportamentais

Estudo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos (EUA), mostrou relações entre o uso de redes sociais, mais especificamente o Facebook, e o comportamento de pessoas viciadas. A pesquisa foi divulgada no Periódico de Vícios Comportamentais.

Segundo os autores, a lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

De acordo com os pesquisadores, os estudos sustentam um paralelo entre usuários com grande tempo dispendido em redes sociais “e indivíduos com uso de substâncias [drogas] e desordens decorrentes do vício”. O excesso de redes sociais afetaria a capacidade de julgamento das pessoas no momento de escolhas mais benéficas.

“Nossos resultados demonstram que um uso mais severo de sites de redes sociais é associado com maior deficiência na tomada de decisões. Em particular, nossos resultados indicam que usuários em excesso de sites de redes sociais podem tomar decisões mais arriscadas”, dizem os autores.

Escala

O estudo aplicou uma escala utilizada para medir níveis de vício no facebook (Bergen Facebook Addiction Scale), problemas na tomada de decisões e propensão a depressão em 71 pessoas em uma universidade alemã. A amostra, portanto, é importante para cuidados no momento de generalizar os resultados para o conjunto da sociedade, mas não inviabiliza as conclusões importantes da análise.

As pessoas com maior intensidade de uso de facebook foram as que tiveram pior desempenho no teste de lógica de tomada de decisões (reconhecer escolhas que, no conjunto, trariam mais benefícios e menos prejuízos para si).

“Nossas descobertas implicam que os usuários em excesso de sites de redes sociais estão considerando mais os efeitos potencialmente positivos de suas decisões do que os efeitos potencialmente negativos”, afirmam os pesquisadores no estudo.

Uso disseminado

O facebook é utilizado por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo, sendo a maior rede social do planeta. A empresa ainda controla outros sites de aplicativos semelhantes no topo do ranking desse mercado, como whatsapp, instagram e facebook messenger.

Pesquisa do site especializado em tecnologia Quartz indicou que grande parcela dos entrevistados (mais da metade no Brasil) acreditava que a internet se resumia ao facebook.

Levantamento de um dos mais renomados centros de pesquisa sobre internet do mundo (Pew Internet Research), publicado no ano passado, mostrou preocupação de adolescentes e pais com o tempo gasto em redes sociais. Outro estudo de pesquisadores da Universidade de San Diego sugeriu relação entre tempo de aplicações em computadores e videogames e queda no bem-estar de jovens.

(Agência Brasil)

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