A nova lei sobre o uso obrigatório do farol baixo durante o dia está em vigor desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (8). Mas muitos motoristas ainda estão com dúvidas sobre a nova regra, que, se descumprida, rende ao condutor infração média, com 4 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 85,13, que passará para R$ 130,16 em novembro. Há pelo menos cinco fatores que os condutores precisam saber para não serem multados, conforme pontuou o site Auto Esporte. Veja a seguir:
1 - O farol baixo deve ser ligado durante o dia somente em rodovias. Nos túneis a obrigatoriedade já existia.
2 - O uso do farol baixo durante o dia ajuda os motoristas a identificar outros veículos na via, de acordo com o Contran.
3 - O uso é obrigatório mesmo nas rodovias que cortam cidades, passando por trechos urbanos.
4 - O farol de neblina não é aceito como farol baixo. Já a luz LED, aquela dos carros mais novos, pode ser usada nas estradas durante o dia, no lugar do farol baixo.
5- Farol baixo é aquele que as pessoas chamam de farol, que era usado somente à noite até então.
Noticias ao Minuto
Projeto sobre abuso de autoridade é para dificultar Lava Jato, diz procurador
O procurador da República Deltan Dallagnol afirmou hoje (8) que o projeto de lei de abuso de autoridade, que atualmente tramita no Congresso, tem por objetivo atrapalhar e dificultar a Operação Lava Jato, da qual é coordenador. Ele destacou que os riscos da operação se intensificaram na medida em que as investigações passaram a atingir pessoas influentes e poderosas.
Questionado se estaria havendo uma ofensiva do Legislativo sobre a Lava Jato, Deltan respondeu afirmativamente. “O oferecimento desse pacote de abuso de autoridade neste momento não pode ter outra razão senão atrapalhar o trabalho da investigação.”
No Rio de Janeiro, ele participou do Congresso da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (Abvcap), realizado em um hotel na região central da cidade e dirigido a executivos de finanças de grandes empresas.
Riscos
Deltan ressaltou que a operação corre riscos caso as medidas sejam aprovadas no Congresso. “Com certeza. A Lava Jato corre riscos desde o primeiro dia, mas este risco se intensificou na medida em que o número de investigados cresceu, especialmente investigados influentes e poderosos. Não tenho dúvidas de que as iniciativas que nós já víamos aparecer continuarão a existir e, nesse processo, nossa única defesa é a sociedade.”
O procurador pediu apoio da sociedade e da imprensa, por meio da aprovação da iniciativa popular Dez Medidas Contra a Corrupção. A proposta encaminhada ao Congresso recebeu mais de 2 milhões de assinaturas em defesa do prosseguimento da Lava Jato.
“Precisamos que a sociedade e a imprensa fiquem atentas àquilo que está acontecendo. Não conseguimos ver, neste projeto de lei de abuso de autoridade, outra razão para ser oferecido, neste momento e com a urgência com que ele foi buscado, senão o objetivo de dificultar e embaraçar as investigações do caso Lava Jato e outras que eventualmente possam atingir pessoas influentes e poderosas.”
Agencia Brasil
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