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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Aline Riscado mostra corpaço em dia de praia no Rio com fio-dental

Ela esteve na Zona Oeste da cidade, nesta quinta-feira, 14. Ao entrar no mar, segurou o sutiã do biquíni para não mostrar demais.

Do EGO, no Rio


Aline Riscado mostrou toda sua boa forma nesta quinta-feira, 14, na praia da Reserva, Zona Oeste do Rio. A repórter do programa "Pânico" - que namora o ator Felipe Roque - usou umbiquíni de lacinho fio-dental. Ao tentar mergulhar no mar, segurou o sutiã, com receito de mostrar demais. Mais cedo, a ex-bailarina do "Domingão do Faustão" já havia publicado uma foto exibindo seu corpão no Instagram. Recentemente, Aline contou ao EGO que não vive de dieta e que tem, sim celulites.
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)

Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)
Aline Riscado (Foto: AgNews)Aline Riscado (Foto: AgNews)

Aliado de Temer: trabalhador não precisa de uma hora de almoço


Durante entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, da UOL, o vice-presidente da FIESP e diretor-presidente da CSN, Benjamin Steinbruch declarou que os trabalhadores não deveriam ter horário para almoço.
“Não precisa uma hora do almoço […] Você vai nos Estados Unidos, você vê o cara almoçando, comendo o sanduíche com a mão esquerda, e operando a máquina com a direita. Tem 15 minutos para o almoço, entendeu? […] Por que a lei obriga que tenha que ter esse tempo?”, declara o presidente.
Além disso, ele diz sobre o fim de direitos básicos, como a “flexibilização” da jornada de trabalho, assim como da idade mínima para trabalhar.
A FIESP é uma das principais defensoras do fim da carteira de trabalho, ao mesmo tempo que são os principais agitadores da campanha golpista para derrubar o governo Dilma.
Para os patrões dessa entidade, os trabalhadores devem trabalhar o quanto o patrão quiser, sem horário de almoço ou qualquer outro direito, como plano de saúde, ou vale-transporte – segundo Benjamin, os trabalhadores não querem esses direitos.
Fonte: Luiz Muller - Plantão Brasil

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