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| Foto Reprodução |
Quatro das cinco vítimas do acidente entre um carro e uma carreta na BR-230, na Paraíba, eram naturais do Ceará, entre elas, uma criança de dois anos. A colisão aconteceu na manhã deste último sábado (14), na rodovia que liga Juazeirinho a Soledade, e deixou cinco pessoas mortas.
Entre as vítimas estão pai, mãe e filho. O condutor do carro, Rafael Ribeiro Almeida, de 40 anos, viajava com a esposa, Maria Micaeli Alves Ferreira, de 42 anos, e o filho do casal, Benício Ferreira Ribeiro, de dois anos. Todos eram naturais do Ceará.
Também morreu no acidente Gésica Freire da Silva, de 32 anos, igualmente natural do Ceará. A quinta vítima foi Edileusa de Alcântara Assis, de 39 anos, natural de Londrina (PR). As duas mulheres eram amigas da família e estavam no veículo no momento da colisão.
Os cinco mortos no acidente são:
Rafael Ribeiro Almeida, 40 anos;
Maria Micaeli Alves Ferreira, 42 anos;
Benício Ferreira Ribeiro, 2 anos;
Gésica Freire da Silva, 32 anos, os quatro naturais do Ceará; e
Edileusa de Alcântara Assis, 39 anos, natural de Londrina (PR).
Causa do acidente em investigação
De acordo com a Polícia Civil, o carro seguia no sentido Patos-Campina Grande quando bateu de frente com a carreta, que trafegava no sentido contrário.
A Polícia Civil informou ainda que todas as vítimas moravam no município de Sousa.
O motorista da carreta permaneceu no local após o acidente, prestou esclarecimentos às autoridades e realizou o teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo para ingestão de álcool.
As causas da colisão ainda estão sendo investigadas. A Delegacia de Polícia Civil de Juazeirinho vai instaurar inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.
Com informações do G1 Ceará.
Ceará desperdiça mais de 800 toneladas de caju e deixa de faturar milhões todos os anos
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| Foto Wandenberg Belém |
O Ceará é o maior produtor de castanha de caju do Brasil. No entanto, durante esse processo, cerca de 90% dos pedúnculos produzidos, a parte carnuda da fruta, são desperdiçados no Estado. Só em 2024, aproximadamente 825 toneladas (T) de pseudofruto (pedúnculo) foram perdidas no Ceará.
A informação é do chefe-geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agroindústria Tropical, Gustavo Saavedra.
Agricultores e pesquisadores cearenses já provaram que o não aproveitamento integral do caju está longe de ser causado pela falta do que fazer com a fruta. Pelo contrário: além de ser usada em doces, refrigerantes, cajuínas e compotas, a “carne” da fruta tem ganhado protagonismo em pratos veganos, como alternativa para recheios de origem animal.
Tanto a castanha quanto o pedúnculo já extrapolaram, inclusive, a bolha gastronômica, sendo usados como matéria-prima para cosméticos e na siderurgia.
Além disso, se o caju fosse integralmente aproveitado de maneira industrial no Estado, o valor arrecadado com a produção da fruta dobraria. É o que defende o presidente do Conselho Regional de Economia Ceará (Corecon-CE), Wandemberg Almeida.
Nesse cenário, o questionamento fica claro: se da ponta da castanha até a base do pedúnculo tudo pode ser aproveitado, por que, então, o Ceará insiste em limitar economicamente um dos maiores tesouros naturais do Estado?
Isso significaria uma renda de aproximadamente R$ 9,4 milhões, uma vez que o valor da produção arrecadada no Estado em 2024 foi cerca de R$ 4,7 milhões. Os dados são da pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM).
O Ceará é o maior produtor de castanha de caju do Brasil. No entanto, durante esse processo, cerca de 90% dos pedúnculos produzidos, a parte carnuda da fruta, são desperdiçados no Estado. Só em 2024, aproximadamente 825 toneladas (T) de pseudofruto (pedúnculo) foram perdidas no Ceará. A informação é do chefe-geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agroindústria Tropical, Gustavo Saavedra.
Agricultores e pesquisadores cearenses já provaram que o não aproveitamento integral do caju está longe de ser causado pela falta do que fazer com a fruta. Pelo contrário: além de ser usada em doces, refrigerantes, cajuínas e compotas, a “carne” da fruta tem ganhado protagonismo em pratos veganos, como alternativa para recheios de origem animal.
Tanto a castanha quanto o pedúnculo já extrapolaram, inclusive, a bolha gastronômica, sendo usados como matéria-prima para cosméticos e na siderurgia.
Além disso, se o caju fosse integralmente aproveitado de maneira industrial no Estado, o valor arrecadado com a produção da fruta dobraria. É o que defende o presidente do Conselho Regional de Economia Ceará (Corecon-CE), Wandemberg Almeida.
Nesse cenário, o questionamento fica claro: se da ponta da castanha até a base do pedúnculo tudo pode ser aproveitado, por que, então, o Ceará insiste em limitar economicamente um dos maiores tesouros naturais do Estado?
Isso significaria uma renda de aproximadamente R$ 9,4 milhões, uma vez que o valor da produção arrecadada no Estado em 2024 foi cerca de R$ 4,7 milhões. Os dados são da pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM).
Com informações do Diário do Nordeste.

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