
O governo do Irã pediu que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) condene os ataques realizados pelos Estados Unidos contra a usina nuclear de Darkhovin, em construção no sudoeste do país. A solicitação foi feita nesta segunda-feira (20) pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, que classificou a ofensiva como um “crime” e cobrou uma posição oficial da agência da ONU.
Segundo a imprensa estatal iraniana, os bombardeios também atingiram diversos pontos da cidade portuária de Bushehr, onde está localizada a única usina nuclear civil do Irã. Os ataques fazem parte da ofensiva militar americana, que chegou à nona noite consecutiva.
Em comunicado, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que as operações tiveram como alvos centros de comando, sistemas de defesa aérea, bases de lançamento de mísseis e drones e redes de comunicação. De acordo com os militares, o objetivo é reduzir a capacidade iraniana de ameaçar embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz.
O governo iraniano afirmou ainda que não permitirá que o Estreito de Ormuz seja utilizado por seus adversários para comprometer a segurança nacional. Baghaei declarou que o país está disposto a adotar as medidas necessárias para proteger sua soberania e seus interesses.
A escalada do conflito ocorre após a confirmação da morte de três militares americanos — dois em uma base na Jordânia e um no norte do Iraque. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou as perdas e afirmou que os militares morreram “em serviço ao país”. No sábado (18), o líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, fez um apelo à unidade nacional diante da intensificação dos confrontos entre Washington e Teerã.
Homicídios aumentaram em 15 municípios do Cariri no primeiro semestre, empataram em 10 e caíram em apenas quatro
Um levantamento exclusivo do Portal M1 mostra como foi o comportamento de cada um dos 29 municípios do Cariri quanto a homicídios no primeiro semestre do ano. Os números mostram uma comparação com o mesmo período do ano passado e chamam a atenção os crescimentos de 350% em Campos Sales, aumento absoluto em Brejo Santo, 300% em Aurora e 111% em Barbalha. Além disso, comemorações para as quedas significativas em Jardim e Assaré.
No primeiro semestre de 2025 eram 109 homicídios no Cariri contra 168 este ano ou acréscimo de 35% em virtude dos 59 assassinatos a mais. Dos 29 municípios da região, os homicídios cresceram em 15, empatou em dez e registrou queda em apenas quatro municípios. Confira cada município no comparativo 2025/2026 começando pelos 15 com acréscimo: Abaiara e Caririaçu (de zero para 1), Altaneira e Barro (de 1 para 2), Araripe, Potengi e Tarrafas (de zero para 2) e Aurora de um para quatro.
Além destes, Barbalha passou de nove para 19, Brejo Santo (de zero para 5), Campos Sales (de 2 para 7), Crato (de 22 para 35), Juazeiro (de 38 para 54), Lavras da Mangabeira (de 2 para 3) e Missão Velha de seis para 11 homicídios na comparação dos dois últimos semestres. Eis os quatro municípios que registraram quedas: Assaré ( de 3 para 1), Granjeiro (de 1 para zero), Jardim (de 5 para zero) e Nova Olinda de quatro para três homicídios.
Noutros dez municípios houve empates que são eles: Antonina do Norte, Jati e Penaforte se mantiveram zerados. Já em Milagres e Santana do Cariri, o empate foi de um homicídio cada. Em Porteiras, Salitres e Várzea Alegre os empates foram de dois homicídios cada. Por fim, no município de Mauriti tivemos três homicídios no primeiro semestre de 2025 e mantendo a mesma quantidade nos primeiros seis meses deste ano.







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