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| Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil |


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| Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil |


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| Foto Reprodução |
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| Foto Renato Araújo/Agência Brasília |
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| Foto Reprodução / Redes Sociais |
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| Foto Honório Barbosa |

O Brasil deve recuperar a posição de oitava maior economia do mundo em 2027, ultrapassando Itália e Rússia, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas no relatório Perspectivas da Economia Mundial. A estimativa considera o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro nos próximos anos.
De acordo com o documento, o PIB do Brasil deverá alcançar US$ 2,80 trilhões em 2027, o equivalente a aproximadamente R$ 14,65 trilhões. Para 2026, a previsão é de US$ 2,655 trilhões, o que mantém o país na décima posição do ranking mundial.
Na projeção para 2027, os Estados Unidos aparecem na primeira colocação, com PIB estimado em US$ 34,44 trilhões, seguidos pela China, com US$ 22,94 trilhões. Alemanha, Índia, Reino Unido, Japão e França completam as sete primeiras posições, antes do Brasil.
A Itália deverá ocupar o nono lugar, com PIB de US$ 2,77 trilhões, enquanto a Rússia aparece na décima posição, com US$ 2,68 trilhões. Caso as estimativas se confirmem, o Brasil permanecerá na oitava colocação até 2031, último ano contemplado nas projeções do FMI.
A última vez que o país ocupou o oitavo lugar foi em 2017. A melhor posição brasileira no ranking foi a sétima colocação, alcançada em 1995 e entre 2010 e 2014. As projeções estão sujeitas a mudanças conforme o desempenho econômico dos países e as condições da economia mundial.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, tem um almoço reservado com integrantes da cúpula da TV Globo nesta sexta-feira (16), horas antes de participar de uma sabatina no Jornal Nacional (JN).
O encontro está previsto para ocorrer na sede da emissora, no bairro Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro, e reúne os principais executivos da Rede Globo.
Flávio compareceu ao compromisso acompanhado de um assessor de imprensa e do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral de sua campanha presidencial.
A reunião ocorre no mesmo dia em que o parlamentar será entrevistado pelo Jornal Nacional, como parte da programação de sabatinas com presidenciáveis. O almoço antecede a participação do senador no telejornal.
Até as informações divulgadas pela coluna, não foram detalhados outros assuntos previstos para a conversa entre o senador e os executivos da emissora.

O instituto PoderData divulgou, nesta sexta-feira (16), uma nova pesquisa para a disputa à Presidência da República no segundo turno das Eleições 2026. O levantamento aponta empate númerico entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Cada um pontua com 50% dos votos válidos.
Em comparação a pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro, o candidato do PL perdeu vantagem numérica. Antes, ele registrou 51% das intenções de voto contra 49% do petista, variando dentro da margem de erro, de 1,8 ponto porcentual.
O novo levantamento foi realizado pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios e parceria de divulgação com o Aya Bancah. Foram entrevistadas 3.000 pessoas em 644 municípios das 27 unidades da Federação, por meio de ligações para telefones fixos e celulares.
A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-04258/2026
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| Foto Fábio Lima/ O Povo |
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| Foto Yuganov Konstantin/Shutterstock |
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| Foto Reprodução |
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| Foto Reprodução/ Google Street View |

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos. A declaração foi feita nesta quinta-feira (15), durante entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo. Lula afirmou que o tema deve ser discutido pelo Congresso Nacional após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.
Durante a sabatina, o presidente declarou ser favorável à mudança, mas ressaltou que a redução da maioridade penal não faz parte do texto atual da PEC. No Senado, a proposta passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sem alterações e está pronta para votação em plenário, em dois turnos. A oposição, por sua vez, tenta incluir uma emenda que prevê a redução para 14 anos em determinados crimes hediondos.
Na área da segurança pública, Lula defendeu a aprovação da PEC para ampliar a participação do governo federal nas ações dos estados. Ele também mencionou a possibilidade de criar um Ministério da Segurança Pública, reorganizar as atribuições das polícias e fortalecer o combate ao crime organizado. Segundo o presidente, o objetivo é impedir que grupos criminosos controlem territórios e continuem atuando de dentro dos presídios.
Ao abordar a economia, Lula defendeu políticas de distribuição de renda e afirmou que o crescimento do país depende de investimentos voltados à população de menor renda. Ele também citou o reajuste de 15% no Bolsa Família, a aprovação da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e medidas anunciadas para estimular os microempreendedores individuais (MEIs). Entre as promessas mencionadas, está a implantação de tarifa zero no transporte público aos fins de semana.
Sobre as relações comerciais com os Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil tem buscado novos mercados para compensar os efeitos das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. O presidente citou o crescimento das relações comerciais com países como China, Indonésia e Alemanha e disse preferir uma solução negociada com os norte-americanos. No entanto, afirmou que o Brasil poderá adotar medidas de reciprocidade caso não haja entendimento entre os dois países.

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou que vai promulgar nesta sexta-feira (16) duas propostas de emenda à Constituição: a PEC 221, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, e a PEC 14, que estabelece regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.
A promulgação ocorrerá em sessão solene no Congresso Nacional. Em comunicado aos senadores, Alcolumbre pediu a presença dos parlamentares para marcar a aprovação das duas medidas, consideradas de relevância para os trabalhadores brasileiros.
A PEC 221 foi aprovada pelo plenário do Senado na quarta-feira (14), com 75 votos favoráveis e um contrário em cada turno de votação. Pelo texto aprovado, as empresas terão 60 dias após a promulgação para adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima semanal para 42 horas. Após mais 12 meses, o limite passará a ser de 40 horas semanais, sem redução salarial e com dois dias de descanso remunerado por semana.
A proposta prevê uma transição total de 14 meses para a mudança na jornada de trabalho, que atualmente pode chegar a 44 horas semanais. A nova regra busca substituir o modelo em que o trabalhador tem um dia de descanso a cada seis dias trabalhados.
Já a PEC 14/2021 estabelece critérios diferenciados para a aposentadoria de agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE), tanto no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) quanto no Regime Geral (RGPS). O texto prevê idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, além de 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.