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| Foto Reprodução |
Um homem de 39 anos foi morto a tiros no bairro Parque Bulgari, em Pedra Branca, na tarde da última terça-feira (11). O crime ocorreu na Rua Jurema.
Equipes da Polícia Militar confirmaram que receberam a denúncia de disparos no bairro, mas ao chegarem no endereço citado, os policiais encontraram a vítima já sem vida.
A vítima tem 40 anos e não teve a identidade revelada pela PM. Segundo relato de um amigo da vítima, dois indivíduos chegaram à residência, chamaram pelo homem e, em seguida, efetuaram disparos de arma de fogo.
Conforme as informações repassadas pela equipe policial, o corpo apresentava três perfurações na região do rosto e uma no abdômen. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Com informações do Site Revista Central.
Ceará registra média de quatro estupros por dia no primeiro bimestre de 2026

No primeiro bimestre de 2026, o Ceará registrou uma média de quatro estupros por dia. Em janeiro e fevereiro, foram contabilizados 250 casos contra 271 ocorrências no mesmo período de 2025, indicando também uma redução de 7,7% no período neste ano. Apesar da queda, os números ainda são considerados elevados e levantam o debate sobre a subnotificação do delito no Estado.
Os dados foram compilados pela Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), e divulgados ao O Povo.
No recorte dos dois primeiros meses em 2024, ainda houve queda de 15% em comparação a 2026. Na época, foram 296 casos denunciados.
Conforme o levantamento do órgão, o registro anual dos crimes de estupro e estupro de vulnerável no ano passado no Estado foram de 1.909.
Ao longo de 2024, o Estado teve 299 casos a mais registrados em 12 meses em comparação a 2025, com 2.208 procedimentos lavrados, revelando o começo da queda dos crimes denunciados.
Conforme a professora adjunta e pesquisadora do curso de Psicologia da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Layza Castelo, os dados oficiais representam apenas uma fração da realidade devido à subnotificação causada pelo silenciamento das vítimas, principalmente, dentro do ambiente familiar.
A especialista aponta que a maioria das vítimas de estupro são crianças e adolescentes. Nesse contexto, quando os crimes acontecem dentro de casa, muitas vítimas não conseguem identificar ou nomear o que está acontecendo. Além disso, os abusos frequentemente vêm acompanhados de ameaças, o que dificulta ainda mais a denúncia.
Com informações do O Povo.

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