O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no início da noite desta segunda-feira (23) e foi transferido para um quarto do Hospital DF Star, na capital federal.
De acordo com informações da equipe médica, Bolsonaro permanecerá internado para dar continuidade ao tratamento com antibióticos, que deve seguir ao menos até quarta-feira (25).
A mudança no quadro clínico ocorreu no mesmo dia em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou a favor da concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente.
Com a melhora na saúde, aliados avaliam que Alexandre de Moraes pode autorizar a transferência para casa nos próximos dias, possivelmente até o fim da semana.
Na semana anterior, o hospital havia informado ao STF que Bolsonaro precisaria permanecer internado por pelo menos 14 dias, contados a partir de sua entrada na unidade, em 13 de março.
Já o boletim médico divulgado na manhã desta segunda-feira indicava evolução positiva do quadro clínico, com “previsão de alta da UTI nas próximas 24 horas”.
Antes da liberação da UTI, o ex-presidente já havia apresentado melhora e sido incluído em um protocolo de cuidados semi-intensivos, embora ainda permanecesse na unidade.
A transferência para o quarto marca um novo estágio na recuperação, enquanto o cenário jurídico segue em análise no Supremo. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles)
Delação deve revelar quem recebeu dinheiro e os que frequentavam "Cine Trancoso"
Advogados ligados ao caso avaliam que a delação de Daniel Vorcaro, no caso do Banco Master, pode envolver dois grupos de agentes públicos ou autoridades dos Três Poderes: aqueles que se locupletaram de negócios familiares com o banqueiro e os frequentadores de farras com garotas de programa, com direito a champanhe e vinhos caros. Neste grupo estaria importante magistrado. Segundo essas fontes, os principais personagens do Congresso estariam enrolados em ambos os grupos.
Chances remotas
Em Brasília, há ceticismo sobre Vorcaro contar os segredos de suas relações com ministros do STF, que participarão do seu julgamento.
Cine Trancoso
Importante magistrado não tinha negócios com Vorcaro, nem mesmo por meio de escritório de advocacia, mas não perdia suas farras épicas.
Sem negócios
Há políticos já citados, como Ciro Nogueira (PP-PI), mas a surpresa é que ainda não há prova de que tenham feito negócios com Vorcaro.
Sem desculpas
À luz da lei, explicam os advogados, quem fez negócio aceitou dinheiro, mas farras com mulheres também são consideradas atos de corrupção.
(Diário do Poder)


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