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segunda-feira, 9 de março de 2026

Morre na Penitenciária de Juazeiro detento condenado por violência doméstica

Um idoso de Altaneira que estava recluso na Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (PIRC) em Juazeiro morreu na tarde deste domingo
Demontier Tenório   site miséria

O corpo de Francisco foi recolhido pelo rabecão que esteve na PIRC em Juazeiro

Um interno da Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (PIRC) em Juazeiro morreu na tarde deste domingo. O técnico em refrigeração Francisco Soares Dantas, de 69 anos, residia no centro de Altaneira e sofreu um mal súbito na tarde deste domingo, morrendo na unidade prisional. Ele respondia por violência doméstica e foi denunciado por um crime de estupro de vulnerável chegando a engravidar a vítima

No dia 11 de maio de 2015, na Rua José Rufino no centro de Altaneira, Francisco tentou asfixiar sua ex-companheira Francisca Pereira de Oliveira após chegar embriagado na casa dela e passar a ameaçar a mulher. O pai da vítima, Francisco Fernandes de Oliveira, foi na defesa da filha e saiu lesionado com uma facada quando correu e, com um pedaço de pau, desarmou o acusado. Ele foi condenado a 12 anos e cinco meses de prisão em sentença do juiz Herick Bezerra Tavares.

Padre é criticado por expulsar cão de igreja em Várzea Alegre: “não estou aqui para salvar cachorro”

padre Cícero da Silva, vigário da Paróquia de São Raimundo Nonato, em Várzea Alegre

Durante a missa, padre Cícero da Silva justificou a atitude dizendo que o animal já teria tentado morder uma criança e afirmou que não se importa com as críticas que recebe pela postura.
Rogério Brito  site miséria

Padre Cícero da Silva, vigário da Paróquia de São Raimundo Nonato, em Várzea Alegre | Foto: Reprodução/ YouTube

padre Cícero da Silva, vigário da Paróquia de São Raimundo Nonato, em Várzea Alegre, no Cariri, virou alvo de críticas nas redes sociais após afirmar que expulsa um cachorro que costuma se aproximar do altar durante as missas. A declaração foi feita na semana passada durante uma celebração e transmitida ao vivo.

Durante a missa, o padre justificou a atitude dizendo que o animal já teria tentado morder uma criança e afirmou que não se importa com as críticas. Após a repercussão, porém, o vídeo acabou sendo apagado das plataformas. “Eu coloco para fora. Eu sei que tem gente que não gosta. Fica com mimimi, só não tem coragem de vir me dizer”, declarou.

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Em outro momento, o vigário reforçou que não vê problema em retirar o animal da igreja, alegando que a Igreja “não é lugar de cachorro, mas de gente”.

“Eu não estou aqui para salvar cachorro. Eu estou aqui para salvar a alma de vocês. Então o cachorro quase mordeu uma menina ali de verdade. Igreja não é lugar de cachorro. Igreja é lugar de gente. Então, eu coloco pra fora sempre quando está aqui. Quem achar ruim, eu não posso fazer nada. Leve pra casa”, completou.

Repercussão

A fala rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e gerou críticas ao padre. O personal trainer Teles Barros classificou as declarações do sacerdote como “tenebrosas”.

“Ouvir essas palavras tenebrosas de alguém que, para muitos fiéis, é um símbolo (para mim, não) é de embrulhar o estômago. Por causa de pessoas assim que eu e várias outras pessoas nos afastamos da igreja. Não me representa e não representa o amor de Cristo”, escreveu.

Até o momento, a paróquia não se manifestou oficialmente sobre a repercussão do caso. O espaço segue aberto para manifestação.


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