O governo de Israel afirmou nesta quinta-feira (12) que pode tomar territórios no Líbano caso o grupo Hezbollah continue realizando ataques contra áreas israelenses. A declaração foi feita pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz.
Segundo Katz, o governo israelense advertiu o presidente libanês, Joseph Aoun, de que Israel poderá agir diretamente se o país não conseguir impedir ataques do Hezbollah contra comunidades do norte do território israelense. O ministro também informou que ordenou ao Exército que se prepare para expandir as operações militares na região de fronteira.
A escalada ocorre em meio ao agravamento da guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos, Israel e o Irã. O Hezbollah é aliado de Teerã e tem participado do conflito com ataques contra posições israelenses desde os primeiros dias da guerra.
De acordo com o Exército de Israel, o Hezbollah lançou cerca de 200 mísseis contra o território israelense na noite de quarta-feira (11), considerado o maior ataque do grupo desde a retomada dos confrontos. As autoridades israelenses afirmaram que apenas alguns desses projéteis atingiram diretamente o território.
Nos últimos dias, tropas israelenses têm sido mobilizadas na fronteira com o Líbano, enquanto bombardeios também atingem áreas do sul do país e regiões próximas à capital Beirute, aumentando o temor de uma ampliação do conflito na região.
Jovem de 27 anos morto a tiros em Crato dentro de uma casa nesta quarta-feira

Ele era usuário de drogas e, em janeiro de 2024, passou a responder por crime de violência doméstica em Tabuleiro do Norte por agredir sua ex-companheira a qual requereu medida protetiva. O último homicídio em Crato tinha ocorrido sexta-feira (06), na Travessa Assaré (Bairro Seminário), vitimando o cabeleireiro José Carlos da Costa Figueiredo, de 26 anos, o “Carlinhos”, dentro do seu estabelecimento.
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