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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Na iminência da morte? Bolsonaro tem piora no estado de saúde; Saiba mais

 

A equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o estado de saúde do ex-mandatário teria se deteriorado nos últimos dias.

Diante disso, os advogados solicitaram que a Polícia Federal seja formalmente intimada a encaminhar, com urgência, o laudo médico produzido por uma junta pericial da corporação.

O documento é considerado fundamental para que o tribunal avalie o pedido de prisão domiciliar por razões humanitárias. 

Segundo a defesa, Bolsonaro passou a apresentar episódios eméticos e uma crise intensa de soluços, o que reforçaria um quadro clínico descrito como de saúde “fragilizada”.

Apesar da relevância do relatório médico, o parecer elaborado pela perícia da Polícia Federal ainda não foi anexado ao processo, mesmo após o encerramento do prazo de dez dias determinado pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.

Na petição encaminhada ao STF, os advogados ressaltam a necessidade de providências imediatas por parte da PF.

“Dessa forma, considerando o esgotamento do prazo fixado por Vossa Excelência, o já amplamente delineado estado de saúde fragilizado do Peticionário — o qual, inclusive, apresentou piora nos últimos dias, com o surgimento de episódios eméticos e crise de soluços acentuadas — requer-se seja determinada a intimação da Superintendência da Polícia Federal, na pessoa de seu responsável, para que proceda, com a máxima urgência, à juntada do laudo pericial aos autos”, afirmam.

De acordo com a explicação médica, episódios eméticos correspondem a quadros de vômito. A avaliação de saúde foi realizada em 20 de janeiro por profissionais da Diretoria Técnico-Científica da Polícia Federal, após decisão de Alexandre de Moraes que condicionou a reanálise do pedido de prisão domiciliar à realização da perícia.

A defesa sustenta que a ausência do laudo, mesmo após o prazo estabelecido, inviabiliza a atuação do assistente técnico indicado pelos advogados e, consequentemente, impede o andamento da análise do pedido junto ao STF.

Por isso, foi solicitado que a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal seja intimada a cumprir a determinação “com a máxima urgência”.

Bolsonaro está detido desde o dia 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”. Ele foi condenado a 27 anos de prisão por uma suposta ‘tentativa de golpe de Estado’ após o resultado das eleições de 2022. (Foto: reprodução; Fonte: O Globo)

Mãe reconhece os corpos das próprias filhas em matagal: “A mais nova não merecia morrer assim”; veja vídeo


Duas irmãs que estavam desaparecidas desde o fim de dezembro foram encontradas mortas às margens da BR-304, em Macaíba, na Grande Natal, no Rio Grande do Norte. Lidemila Alinny Fernandes de Souza, de 16 anos, e Ana Beatriz Fernandes de Freitas, de 19, saíram da casa onde moravam, na cidade de Bom Jesus, no dia 30 de dezembro de 2025, sem informar para onde iam, e nunca mais retornaram. Os corpos foram localizados na terça-feira (3) e reconhecidos pela própria mãe das jovens. 

Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram executadas. Os corpos foram recolhidos e encaminhados à Polícia Científica para a realização de exames periciais e confirmação formal por meio de testes genéticos. A mãe das jovens confirmou que se trata das filhas e lamentou a perda: “A mais nova não merecia morrer”. 

A investigação apura as circunstâncias do crime e trabalha com diferentes linhas, entre elas a suspeita, ainda não validada oficialmente, de que as jovens possam ter sido mortas após publicarem vídeos em redes sociais que fariam referência a uma facção criminosa. A possível motivação, no entanto, ainda não foi confirmada pela polícia.


Prisões e apreensões 

Na semana anterior à localização dos corpos, quatro pessoas foram presas durante uma operação que investigava o desaparecimento das irmãs. A ação ocorreu no dia 29 de janeiro, no município de Extremoz, na Grande Natal. Durante diligências na residência de um dos suspeitos, os policiais encontraram um aparelho celular que pertencia a uma das jovens. 

De acordo com a Polícia Civil, a verificação do IMEI — identificação única do aparelho — confirmou que o telefone era de uma das vítimas. Questionado, o suspeito alegou que possuía um celular com características semelhantes e afirmou tê-lo comprado em uma feira livre no bairro Nova Natal, na Zona Norte de Natal.


Além do celular, a polícia apreendeu um veículo Volkswagen Tera, de cor vermelha, com sinais de adulteração e ligação com outros crimes graves investigados na região. Também foram encontradas uma arma de fogo dentro do veículo e uma mochila contendo mais três armas, carregadores e munições. 


Investigação em andamento 

A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação e que novas informações só serão divulgadas após a conclusão dos laudos periciais. Os quatro suspeitos permanecem à disposição da Justiça. 

Enquanto a apuração continua, a família enfrenta o luto pela perda das duas filhas. O caso chocou a população local e reacende o debate sobre a violência contra jovens no estado. 

VEJA VÍDEO (CENAS FORTES) - VIA PORTAL CM7

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