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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ATENÇÃO! WhatsApp deixa de funcionar em 30 celulares a partir de fevereiro

 


O WhatsApp, aplicativo de mensagens mais usado no Brasil, deixou de oferecer suporte para cerca de 30 modelos de smartphones que já não atendem aos requisitos mínimos exigidos pela plataforma.

Embora a medida costume gerar preocupação, ela faz parte de uma política recorrente do aplicativo, que periodicamente revisa quais sistemas operacionais ainda conseguem acompanhar as atualizações de segurança e desempenho. Para quem depende do WhatsApp no dia a dia, entender o que muda é essencial para evitar transtornos.


Quais celulares perdem acesso ao WhatsApp e por quê

Segundo informações do próprio WhatsApp, os aparelhos afetados utilizam versões antigas de sistema operacional que não recebem mais atualizações dos fabricantes. Com isso, o aplicativo deixa de funcionar completamente: não é possível abrir o app, enviar mensagens ou receber conteúdos.

A decisão leva em conta fatores como segurança digital, estabilidade do aplicativo e a capacidade de suportar novos recursos. Celulares com softwares desatualizados ficam mais vulneráveis a falhas, lentidão e até ataques virtuais, o que representa risco para os dados dos usuários.

Entre os modelos que deixam de ter acesso estão aparelhos lançados há mais de uma década, como Samsung Galaxy S3, S4 e S5; Motorola Moto G e Moto E de primeira geração; LG Optimus L3, L5 e L7; além de iPhones das linhas 5, 5c, 5s, 6 e 6 Plus. Também entram na lista modelos antigos da Sony, Huawei e HTC.

Atualmente, o WhatsApp exige Android 5.0 ou superior e iOS 15.1 ou versões mais recentes. Antes do bloqueio definitivo, o aplicativo costuma enviar notificações aos usuários avisando sobre o fim do suporte, com meses de antecedência.

Para quem possui um dos celulares afetados, a principal orientação é verificar se ainda existe atualização disponível. Caso contrário, será necessário transferir o backup das conversas para um aparelho compatível.

Via portal THN1

Suplente de deputado suspeito de importunação sexual é solto em audiência de custódia

  Pedro Lobo (PT) foi detido na segunda-feira (2) no Aeroporto de Juazeiro do Norte acusado de importunar sexualmente uma passageira de 33 anos


O suplente de deputado estadual Pedro Lobo (PT), detido na última segunda-feira (2) por suspeita de importunação sexual contra uma mulher no Aeroporto de Juazeiro do Norte, foi solto nesta terça-feira (3) após passar por audiência de custódia.
Conforme relatório policial, o deputado foi acusado de ter encostado as partes íntimas em uma mulher de 33 anos no momento do desembarque de um voo. A vítima fez a denúncia ainda no aeroporto. O político e a vítima foram à Polícia Federal para prestar depoimento na manhã desta segunda-feira (2), e Pedro acabou detido na tarde do mesmo dia.
Por meio de nota, a defesa de Pedro Lobo destacou que ele foi solto sem imposição de qualquer medida cautelar, como uso de tornozeleira ou restrição de movimentação, e destacou que ele irá colaborar com a investigação.
Em nota logo após a divulgação do caso, o PT disse que "repudia toda e qualquer forma de violência contra as mulheres" e anunciou que iria suspender temporariamente de Pedro Lobo (PT). "Uma vez provada a conduta criminosa o Partido adotará, conforme os seus dispositivos normativos, as providências cabíveis".

Quem é o suplente - Pedro Lobo tem 51 anos e foi eleito, em 2016, como vereador na cidade do Crato, na região do Cariri. Em 2020, ele assumiu mais um mandato como vereador do município.
Nas eleições de 2022, Pedro concorreu ao cargo de deputado estadual e ficou como sexto suplente da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), assumindo temporariamente o mandato como deputado na Assembleia Legislativa do Ceará em agosto de 2024 e voltando a assumir como titular em junho de 2025.
Formado em Geografia e pós-graduado em Gestão de Empresas, o parlamentar já integrou a Federação das Entidades Comunitárias do Crato (FEC), foi vice-presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Estado do Ceará (SINTACE) e presidiu o PT no Crato por dois mandatos, entre 2013 e 2020.

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