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domingo, 15 de fevereiro de 2026

“Quando sair daqui vou arrancar a cabeça da juíza e dos jurados”, ameaça ex-policial militar

 

Na última quinta-feira (12), o júri popular do ex-policial militar de São Paulo, identificado como Eduardo José de Andrade, de 24 anos, foi anulado após o réu fazer ameaças de morte contra a juíza responsável pelo caso e os jurados durante uma audiência realizada por videoconferência em São José do Rio Preto (SP).

O réu participou da sessão enquanto estava preso e, durante o interrogatório, confessou ter matado a tiros Tiago de Paula, crime ocorrido em novembro de 2022, na cidade de Cedral, no interior paulista. Na mesma audiência, ele afirmou não se arrepender e disse que pretende voltar a matar quando sair da prisão.

Durante a transmissão, o réu passou a intimidar os participantes do julgamento e declarou que cortaria a cabeça da magistrada e de jurados, além de ameaçar enviar os restos mortais para as casas das vítimas.

“Eu vou cortar a cabeça de um por um e vou mandar na casa deles no dia em que eu sair daqui. Eu vou cortar a cabeça da doutora Gláucia porque eu tenho autorização para isso [...]”, declarou Eduardo.

Diante da gravidade das declarações, a juíza interrompeu a sessão e questionou os jurados sobre a possibilidade de continuidade do julgamento. Após manifestação de temor por parte dos integrantes do conselho, o júri foi anulado.

O ex-policial já cumpre pena de 29 anos por outro assassinato e também responde pelo homicídio qualificado de Tiago de Paula. Segundo a Justiça, ainda não há data definida para a realização de um novo julgamento.

A defesa solicitou a instauração de incidente de insanidade mental do acusado, procedimento que pode levar à realização de perícia para avaliar a condição psicológica do réu.

Fonte: Folha do Estado

Banco Central do Brasil comunica vazamento de dados de 5,3 mil chaves Pix do Agibank

Foto Shutterstock/Photo For Everything.
O Banco Central divulgou, nesta última sexta-feira (13), que 5.290 chaves Pix de clientes do Banco Agibank SA tiveram dados expostos. Foi o 21º incidente com dados do Pix desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020, e o primeiro em 2026.

Segundo o BC, a exposição ocorreu de 26 de dezembro de 2024 a 30 de janeiro de 2025 e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, CPF com máscara (CPF parcialmente coberto com asteriscos), instituição de relacionamento, agência, número e tipo da conta.

O incidente, apontou o BC, ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento. O vazamento ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro.

Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.

Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.

Com informações do Diário do Nordeste

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