Após forte repercussão negativa no Congresso Nacional e nas redes sociais, o governo decidiu revogar o aumento do imposto de importação para produtos importados — decisão tomada no início de fevereiro que foi divulgada em primeira mão pelo g1.
Pela decisão anunciada nesta sexta-feira (27), as tarifas foram zeradas para 105 produtos. Além disso, manteve a alíquota de outros 15 produtos de informática nos patamares anteriores.
A decisão do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), órgão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), retomou alíquota original para smartphones. (vejas as tarifas restabelecidas)
A elevação na tarifa para comprar desses itens no exterior seria de até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países.
A maioria dos 105 produtos que voltam a ter a tarifa zerada são bens de capital e itens das áreas de informática e telecomunicações.
Os outros 15 produtos permanecem com alíquota de importação, porém em níveis reduzidos, entre eles notebook.
A elevação na tarifa de alguns desses itens poderia subir de zero para até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países. Em outros casos, como smartphones, a taxação subiria de 16% para 20%.
Jovem de 29 anos é morto a tiros em Juazeiro na presença da sua genitora

Policiais militares souberam que o garupeiro desceu do veículo, adentrou a residência e empurrou a mãe da vítima para que saísse de perto. Depois, efetuou os disparos de revólver calibre 38 atingindo Jefferson no rosto e fugiu na moto com o seu comparsa. Ele respondia procedimentos por posse de arma de fogo e tráfico de drogas em Juazeiro e Crato, chegou a usar tornozeleira eletrônica e já esteve recolhido a uma unidade prisional de Itaitinga.
Este foi o 12º homicídio do mês de fevereiro em Juazeiro e o 22º do ano no município ou 23% em relação aos 95 assassinatos registrados ano passado. O último deste ano tinha acontecido no dia 19 de fevereiro quando Marciano Rodrigues Ferreira, de 30 anos, que residia na Rua Joaquim Leandro de Sousa (Pedrinhas), morreu no HRC após ser baleado dois dias antes em sua casa. Ele já trabalhou em oficina mecânica, foi vendedor de perfumes, era microempreendedor e não respondia crimes.
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