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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 62 milhões

 

O prêmio do concurso 2.972 da Mega-Sena acumulou nesta última quinta-feira (12). 

A estimativa de prêmio do próximo concurso, que será realizado no dia 14 de fevereiro, é de R$ 62 milhões.

Nenhum apostador acertou as seis dezenas: 09 - 10 - 15 - 46 - 49 - 51

Na quina, 55 apostas acertaram. Cada uma vai receber o valor de R$ 41.264,65.

Outras 3.582 apostas levaram a quadra, alcançando R$ 1.044,39 cada.

Com informações da Agência Brasil.

Cultivo de abacaxi com irrigação cresce no Ceará e ajuda a diversificar a produção

Foto Shutterstock 
De sabor cítrico e adocicado, o abacaxi se tornou uma das frutas mais procuradas pelos consumidores da Grande Fortaleza. 

Na Ceasa de Maracanaú, ele figura entre as oito frutas preferidas do público, com até 500 toneladas comercializadas por mês, volume considerado significativo para o mercado local. Segundo Odálio Girão, analista de mercado da Ceasa, “500 toneladas representa um volume mensal que pode ser acrescido cada vez mais com a produção do Ceará.”

O abacaxi é utilizado tanto in natura quanto para sucos, e também é destaque em fábricas de polpas em Cascavel. Marciano de Castro, empresário do setor, relata: “A gente vem na Ceasa mais ou menos uma vez por semana pegar abacaxi. E goiabas também, maracujá. Hoje, no caso, eu vim pegar abacaxi e uma parte de goiaba 

Com informações do Porral GC Mais.

Emissões de gases do efeito estufa por desmatamento no C6 aumentam 172%

Foto Fabiane de Paula
As emissões líquidas de gases de efeito estufa (GEE) – que intensificam o aquecimento global ao reterem calor na atmosfera – saltaram 24% entre 2018 e 2023, exigindo medidas de mitigação a curto, médio e longo prazo. Nesse intervalo, o setor de Agropecuária e Uso da Terra tornou-se a maior fonte de poluição climática do Ceará. 

Os dados são do novo Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Ceará, lançado na quarta-feira (11), pela Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema), em evento na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece).

Conforme o relatório, o incremento desses gases na atmosfera contribui para o desequilíbrio energético do sistema climático e leva à maior frequência, intensidade e duração de eventos extremos, como ondas de calor, secas prolongadas, inundações e ciclones tropicais.

Em 2023, as emissões líquidas de GEE atingiram 34,96 MtCO2e no Ceará, contra 28,1 MtCO2e em 2018. A sigla MtCO2e refere-se a “Milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente”, unidade de medida utilizada para quantificar grandes volumes de GEE.

O principal motor desse aumento, aponta o estudo, foi a conversão de áreas naturais em solos produtivos. O desmatamento para expansão agropecuária e áreas sem vegetação fez as emissões crescerem 172%, de 4,79 MtCO2e para 13,03 MtCO2e.

O Ceará também registrou uma redução drástica de formações florestais savânicas, típicas do bioma Caatinga, para dar lugar a atividades agropecuárias. Em 2023, mesmo que a cobertura florestal ainda fosse majoritária (67,8%), a agropecuária já ocupava 29% do território estadual.

Dentro das áreas destinadas ao uso produtivo, as pastagens abrangem 64% de todo o solo utilizado pela agropecuária no Estado, seguidas por áreas de agricultura (13,58%) e mosaicos de usos (22,3%).

A expansão dos pastos reflete o peso da pecuária bovina, cujas emissões por fermentação entérica (digestão do gado, que produz gás metano) e manejo de dejetos cresceram 16% na série histórica. Em 2023, bois e vacas foram os maiores contribuintes da área de rebanhos, liberando 5,66 MtCO2e na atmosfera (em 2018, foram 4,8 MtCO2e).

A partir dos dados, o relatório ressalta a urgência de políticas para conter o desmatamento ilegal e incentivar a recuperação de áreas degradadas. A transição para práticas de baixo carbono é essencial para que o Estado cumpra metas climáticas internacionais e ajude a deter o aquecimento global.

Com informações do Diário do Nordeste.

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