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| Foto José Cruz/ Agência Brasil |
Os brasileiros sacaram R$ 429,18 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro apenas em dezembro do ano passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo Banco Central (BC). Mesmo com os resgates recentes, ainda permanecem disponíveis R$ 10,27 bilhões para retirada.
O Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu, desde a criação da ferramenta, R$ 13,35 bilhões a clientes bancários. O serviço reúne recursos esquecidos em bancos, consórcios, cooperativas e outras instituições financeiras.
A consulta ao sistema permite verificar se pessoas físicas, empresas ou até pessoas falecidas possuem valores a receber. A busca pode ser feita em bancos, financeiras, corretoras e administradoras de consórcios.
CONSULTA SIMPLES
Para realizar a consulta inicial, não há necessidade de login. O acesso exige apenas o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a data de nascimento, ou o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive no caso de empresas já encerradas.
Caso haja valores disponíveis, o cidadão deve entrar novamente no sistema para conferir o montante, a origem do dinheiro, a instituição responsável pela devolução e os dados de contato. Nessa etapa, torna-se obrigatório o login com a conta Gov.br.
O acesso completo ao SVR requer conta Gov.br nos níveis prata ou ouro, além da verificação em duas etapas ativada. Essa exigência busca garantir mais segurança durante o processo de solicitação.
FORMAS DE RESGATE
O resgate dos valores pode ocorrer de três maneiras distintas. O cidadão pode entrar em contato direto com a instituição financeira responsável pelo recurso e solicitar o recebimento. Outra possibilidade envolve fazer a solicitação diretamente pelo Sistema de Valores a Receber.
Uma terceira alternativa é a solicitação automática de resgate. Essa função dispensa consultas periódicas ao sistema e elimina a necessidade de registrar manualmente cada pedido existente em nome do cidadão.
Quando a devolução ocorre por meio do sistema, o crédito é feito diretamente na conta do beneficiário. A solicitação automática está disponível apenas para pessoas físicas que possuam chave Pix do tipo CPF, sendo a adesão opcional.
Com informações da Agência Brasil.
São Paulo autoriza sepultamento de cães e gatos em jazigos familiares
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| Foto Agência Brasil |
Cães e gatos passaram a poder ser enterrados em jazigos familiares em todo o estado de São Paulo. A autorização está prevista em uma lei sancionada nesta terça-feira (10), que já está em vigor e reconhece oficialmente o vínculo afetivo entre tutores e seus animais de estimação.
A medida tem origem no Projeto de Lei nº 56/2015, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em dezembro de 2025. A proposta foi inspirada em um caso ocorrido em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, envolvendo um cão que viveu por cerca de dez anos em um cemitério da cidade. Após sua morte, foi autorizada a sepultura do animal no mesmo jazigo de sua tutora, o que motivou a discussão sobre a regulamentação desse tipo de prática.
Pela nova legislação, a definição das regras para o sepultamento de cães e gatos ficará a cargo dos serviços funerários municipais; cada cidade poderá estabelecer critérios específicos, respeitando a legislação vigente.
Os custos relacionados ao enterro dos animais serão de responsabilidade das famílias proprietárias dos jazigos ou sepulturas. A lei não prevê qualquer tipo de subsídio público para esse serviço.
Nos cemitérios privados, a norma autoriza a adoção de regras próprias para o enterro de animais de estimação, desde que estejam em conformidade com as exigências legais e sanitárias aplicáveis.
Com informações da Agência Brasil.


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