Nesta semana, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou busca e apreensão na casa de Jair Bolsonaro (PL)em operação que investiga o envolvimento do ex-mandatário em suposto esquema de fraude nos cartões de vacina.
Além desse caso, investigações sobre redes sociais e críticas ao STF também estão na tutela de Moraes.
Estão hoje sob relatoria de Moraes, no STF, pelo menos cinco inquéritos contra Bolsonaro. Veja os números e temas:
- Inq. 4.831 – trata de apuração sobre suposta interferência na PF;
- Inq. 4.874 – chamado de Inquérito das Milícias Digitais;
- Inq. 4.878 – apura vazamento de dados de investigação sigilosa da PF sobre urnas eletrônicas e o processo eleitoral;
- A Pet 9842 também investiga notícias falsas sobre urnas e processo eleitoral em uma live;
- Inq. 4.888 – apura declarações de Bolsonaro sobre pandemia (CPI da Pandemia);
- Inq. 4.921 – investiga incitadores e autores intelectuais dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
Apesar de não relatar nenhuma ação contra Bolsonaro no TSE, Moraes é presidente da Corte e decide quando cada caso vai a julgamento.
Para se ter ideia, até o caso Maria do Rosário caiu no colo do ministro do STF. Isso mesmo, aquele em que o ex-presidente a chamou de feia.
Metropoles
Rita Lee morre aos 75 anos, após luta contra câncer de pulmão
Rita Lee, uma das mais importantes cantoras e compositoras da música brasileira, faleceu nesta segunda-feira (8) aos 75 anos, após uma batalha contra o câncer de pulmão. Reconhecida por sua originalidade e atitude inovadora, Rita deixou um legado de quase 60 anos de carreira marcados pela independência feminina e criatividade.
A notícia foi anunciada pela família da artista em comunicado nas redes sociais. “Comunicamos o falecimento de Rita Lee, em sua residência, em São Paulo, capital, no final da noite de ontem, cercada de todo o amor de sua família, como sempre desejou”, informou o comunicado. O velório será aberto ao público no Planetário do Parque Ibirapuera na quarta-feira (10), das 10h às 17h.
Rita Lee, sempre moderna, foi chamada de “rainha do rock brasileiro”, mas preferia o título de “padroeira da liberdade”. Sua influência na música brasileira foi inegável e sua personalidade forte e originalidade artística tornaram-na um ícone da cultura popular brasileira. Sua morte deixa uma lacuna na cena musical do país, mas seu legado permanecerá vivo na memória de seus fãs e na história da música brasileira.
(Hora Brasília)


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