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sexta-feira, 5 de maio de 2023

Jovem morto a tiros em Juazeiro exatamente sete meses após o assassinato do seu irmão

 

 

 

Quase duas semanas depois e mais uma pessoa foi assassinada em Juazeiro se constituindo no 34º homicídio do ano no município ou 45% em relação aos 76 registrados ano passado. Por volta das 11 horas desta quinta-feira (04) Marcos Alencar da Silva, o “Marquinhos” que faria 25 anos no próximo dia 18 de maio e morava na Avenida Paraíba (João Cabral), foi executado a tiros. O crime aconteceu na Rua José Paracampos perto da Igreja Evangélica Assembleia de Deus naquele bairro.

Uma pessoa saiu baleada e foi socorrida pelo SAMU ao Hospital Regional do Cariri. Os acusados fugiram num veículo HB20 de cor branca e um deles já foi localizado e preso nas diligências feitas por policiais militares. “Marquinhos” respondia por crimes de desacato, porte ilegal de arma de fogo e, em setembro de 2017, foi vítima de um atentado à bala que teve como indiciado Francisco Emerson Silva dos Santos, de 28 anos.

Após isso, no dia 4 de outubro de 2022, um irmão dele foi assassinado. Marcelo Augusto da Silva, de 28 anos, também residia na Avenida Paraíba (João Cabral) e foi morto a tiros na Avenida Nossa Senhora Aparecida, perto do cruzamento com a Ailton Gomes, naquele bairro. Este usava tornozeleira eletrônica, era usuário de drogas e respondia por assaltos.

O último assassinato deste ano em Juazeiro tinha acontecido no dia 22 de abril quando a idosa Maria Peixoto da Silva, de 62 anos, que residia na Rua Arnaldo Parente (Limoeiro), teve o corpo encontrado num matagal perto da ponte das Timbaúbas na Rua Madre Nely Sobreira. Ela foi morta por asfixia e paulada no abdômen desfechada por um homem que a atraiu para o matagal quando saiu de casa para ali deixar umas sacolas de lixo.


FONTE-SITE MISÉRIA



STF já tem votos para derrubar indulto de Bolsonaro a Silveira


Seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram favoravelmente pela derrubada do indulto concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao ex-deputado federal Daniel Silveira, condenado a oito anos e nove meses de prisão.

Desta forma, a Corte formou maioria para que o indulto não seja concedido. Votaram contra Silveira os ministros Rosa Weber, Alexandre de Moraes, Roberto Barroso, Edson Fachin, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.

Votaram pela manutenção do decreto de indulto os ministros André Mendonça e Nunes Marques. Já Luiz Fux e Gilmar Mendes devem dar seus votos até a próxima quarta-feira (9).

Moraes, que decretou a prisão de Silveira, disse em seu voto que a decisão de Bolsonaro “demonstra desvio de finalidade na medida” e uma “tentativa de atacar o Judiciário”.

– Houve a confissão expressa do desvio de finalidade no chamado “Ato em Prol da Liberdade de Expressão”, marcado logo após a concessão do indulto e na qual o presidente da República entregou ao deputado Daniel Silveira cópia do indulto – declarou Moraes.

Barroso também fez críticas a Bolsonaro, disse que ele tentou ser “juiz dos juízes” por contornar uma decisão do Supremo de prender o parlamentar.

– É o prenúncio do golpe, do espetáculo de selvageria. É o embrião do que estava para vir – pontuou o ministro.

Toffoli, por sua vez, entendeu que atos contra a democracia e contra a separação entre os Poderes não devem ser objeto de indulto.

(Pleno News)

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