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sábado, 13 de maio de 2023

Após 15 anos sem epidemias, FioCruz alerta para ressurgimento do sorotipo 3 da dengue

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta para o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue no Brasil, acendendo um alerta para o risco de uma nova epidemia, o que não ocorre por esse sorotipo há mais de 15 anos.


A pesquisa detalha sobre a caracterização de tal vírus em quatro casos registrados este ano, sendo três em Roraima e um no Paraná. “É um indicativo de que poderemos voltar a ter, talvez não agora, mas nos próximos meses ou anos, epidemias causadas por esse sorotipo”, afirma o  chefe do Núcleo de Vigilância de Vírus Emergentes, Reemergentes e Negligenciados da Fiocruz Amazônia e pesquisador do Laboratório de Arbovírus e Vírus Hemorrágicos do IOC/Fiocruz, Felipe Naveca.

Nesse contexto, é válido lembrar que o vírus da dengue possui quatro sorotipos e, conforme a fundação, a infecção por um deles gera imunidade contra o mesmo sorotipo. Ou seja, é possível adoecer de dengue novamente caso haja contato com um sorotipo distinto. Assim, o riso de uma epidemia relacionada ao tipo 3 se dá devido a baixa imunidade da população, já que poucas pessoas contraíram tal vírus desde as últimas epidemias registradas.

Além disso, em pessoas que já contraíram a doença, aumenta-se o risco da dengue grave. Felipe Naveca detalhou que a linhagem detectada foi introduzida nas Américas a partir da Ásia entre 2018 e 2020. “A linhagem que detectamos do sorotipo 3 não é a mesma que já circulou nas Américas e causou epidemias no Brasil no começo dos anos 2000. Essa linhagem está circulando na América Central e recentemente também infectou pessoas nos Estados Unidos. Agora, identificamos que chegou ao Brasil”, esclarece.

Cachorro mais velho do mundo completa 31 anos com festa de aniversário


Bobi, o cachorro mais velho do mundo, comemorou na última quinta-feira (11) mais um ano de vida, ao completar 31 anos de idade. Ele, que mora em uma fazenda com sua família em Leiria, cidade portuguesa, e come comida de humano, nasceu em 11 de maio de 1992 e foi reconhecido pelo Guinness World Records, em fevereiro, pela idade avançada.

“Bobi tem sido um guerreiro por todos esses anos, só ele sabe o quanto está aguentando, não deve ser fácil porque a expectativa de vida de um cão médio não é tão alta e se ele falasse poderia explicar esse sucesso. Estamos muito felizes e gratos por ter o Bobi em nosso dia a dia”, contou Leonel Costa, o tutor do cão mais velho do mundo, ao site Daily Mail.

Ele explicou também que acredita que a idade avançada do cão está relacionada ao lar e ao alimento que ele consome. Bobi sempre viveu na área rural de Portugal e consome a mesma comida que seus tutores, porém, sem tempero.

(R7)

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