Uma cachorra que fingiu ter sido atropelada para conquistar a moça que a encontrou na rua viralizou na web nesta segunda-feira (1º). A história foi contada pela maquiadora Darlene Freitas, que acabou adotando a "autriz", em suas redes sociais.
"E eu que nem sabia que cachorro sabia mentir? Esse cachorro aqui não é meu, mentiu que tinha sido atropelado, e eu o trouxe para casa. Se eu não tivesse gravado, ninguém ia acreditar. Tudo começou quando eu saí para correr às 6h", disse Darlene, que filmou a cadela deitada de barriga para cima, chorando.
Em seguida, a cachorra passou a mancar, além de estar com a barriga inchada, o que comoveu ainda mais a maquiadora, que suspeitou que ela estivesse grávida. Darlene levou-a para sua casa e lhe deu um banho, toda cuidadosa.
Foi quando a maquiadora teve que sair para buscar uma encomenda e, ao voltar, encontrou a cadela, a quem deu o nome de Florisbella, andando normalmente, como se nada tivesse acontecido. "Ela não está mancando, não está andando devagar. Então, você fingiu atropelamento quando eu estava na rua, foi isso, Florisbella? Gente, o cachorro está bem! Pronto, aquele fingimento todo, caída no asfalto, sem andar... Passou, né?", comentou Darlene, chocada.
Mais tarde, a maquiadora contou que a cachorra está com nódulos no peito e cheia de ferimentos. Darlene suspeita que ela era usada como matriz (para parir filhotes para a venda) e, por isso, tinha a barriga inchada e estava tão maltratada. Florisbella precisa de medicamentos e vai passar por três cirurgias. A sua nova tutora abriu uma vaquinha online para arrecadar dinheiro — a meta era R$ 5.000, mas as doações já estão em R$ 6.142.
"Se sobrar qualquer custo, vamos transferir para o tratamento de outro animal. Eu faço 'lar temporário', faço parte de alguns projetos, sempre estou tentando ajudar. Não quero nem um real disso. Lembrando que não posso custear o tratamento da Flor porque estou passando por um momento difícil, não tenho dinheiro", explicou Darlene.
(R7)
Pesquisadores apontam alto risco de volta da poliomielite no Brasil
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| Foto Tomáz Silva/ Agência Brasil |
A sétima edição do International Symposium on Immunobiologicals (ISI), aberta última nesta terça-feira (2), alerta para o risco alto da volta da poliomielite ao Brasil. A doença, erradicada no país desde 1989, pode matar ou provocar sequelas motoras graves.
Em um dos debates do dia, pesquisadores apontaram a baixa cobertura como principal motivo de preocupação com a paralisia infantil, como a doença também é conhecida.
O evento é promovido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Bio-Manguinhos/Fiocruz, no Rio de Janeiro.
A presidente da Câmara Técnica de Poliomielite do Ministério da Saúde, Luiza Helena Falleiros, destacou o conjunto de fatores que levaram a esse cenário e disse que existe um risco evidente. “Com o processo de imigração constante, com baixas coberturas vacinais, a continuidade do uso da vacina oral, saneamento inadequado, grupos antivacinas e falta de vigilância ambiental, vamos ter o retorno da pólio. O que é uma tragédia anunciada”, afirmou.
Com informações da Agência Brasil.


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