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quarta-feira, 17 de março de 2021

São Paulo registra 679 mortes por coronavirus em 24 horas e bate novo recorde

Foto Reuters
Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo registrou 679 mortes por covid-19 e bateu um novo recorde. O recorde anterior havia sido estabelecido na última sexta-feira (12), com 521 mortes.

Ao todo, São Paulo soma agora 64.902 mortes provocadas pelo novo coronavírus e 2.225.926 casos confirmados.

No ano passado, o maior número de mortes foi registrado no dia 13 de agosto, quando foram registradas 455 mortes. Isso demonstra que o estado enfrenta, neste momento, o pior momento da pandemia.

Há três semanas, o estado vem batendo também o recorde no número de pessoas internadas. Hoje (16), o estado soma 24.992 pessoas internadas, sendo que 10.756 delas estão em estado grave, em unidades de terapia intensiva (UTI). A taxa de ocupação de leitos de UTI em todo o estado continua subindo e hoje já atingiu a marca de 90%.

O número de novos casos contabilizados nas últimas 24 horas também é o mais alto do ano: 17.684.

Desde o dia 6 de março, todo o estado de São Paulo está na Fase 1-Vermelha do Plano São Paulo, onde somente serviços considerados essenciais podem funcionar. Mas, na semana passada, o governo decidiu endurecer ainda mais essa medida. Com isso, ontem (15), entrou em funcionamento em todo o estado a fase emergencial, com medidas ainda mais restritivas. 

As aulas da rede pública foram suspensas, jogos de futebol paralisados e cultos e celebrações religiosas coletivas foram proibidos. 

Foi estabelecido ainda um toque de recolher, das 20h às 5h. A medida pretende reduzir a circulação do vírus e evitar uma sobrecarga nos hospitais.

Com informações da Agência Brasil.

Idosa falta à vacinação e polícia descobre seu cadáver escondido há anos pelo marido


O corpo de uma idosa foi encontrado na casa onde vivia, escondido pelo marido, após ela se ausentar da vacinação contra a Covid-19. O caso aconteceu na cidade Aberdeen, na Escócia, e ganhou repercussão mundial nos últimos dias.

Christina Malley deveria se apresentar para receber a primeira dose contra o coronavírus no mês passado, mas faltou. Enfermeiras foram à residência checar o motivo da ausência e ouviram do marido, Daniel Malley, que ela havia viajado.

A explicação não convenceu os profissionais de saúde, que se surpreenderam ao descobrirem de vizinhos que Christina não era vista há anos. A polícia foi chamada, e Daniel repetiu a explicação.

Os agentes, porém, também não acreditaram no senhor de 78 anos, iniciaram uma busca pela casa e encontraram o corpo da idosa.

Exames comprovaram a identidade do cadáver, em estado avançado de decomposição. A polícia não sabe a causa da morte e nem quanto tempo o corpo de Christina esteve escondido, mas acredita que a mulher esteja morta há 12 anos, porque não era vista desde 2009.

Os vizinhos afirmaram que sequer sabiam que Daniel era casado. "Eu nunca o vi com uma esposa em todo o tempo que morei aqui. Me dá um arrepio quando penso que ela poderia estar na casa todo aquele tempo. Por que não havia cheiro ou moscas? É tão estranho", disse um deles ao jornal inglês The Sun.

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