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sexta-feira, 6 de outubro de 2023

TRÁFICO DE DROGAS - Casal é preso em residência no Crato com quase 30 quilos de drogas

 Ação faz parte do combate ao tráfico ilícito de drogas na região

Um casal foi preso pela Polícia Civil do Ceará (PC-CE), na tarde desta quinta-feira (5), em um imóvel no bairro Sertãozinho, no Crato, com quase 30 quilos de drogas. A ação faz parte do combate ao tráfico ilícito de drogas na região.
Durante a ofensiva, um homem, identificado como Joel Francisco Amorim Caselli de Sousa, de 23 anos, quebrou o aparelho celular que estava usando. Um pedaço de maconha prensada e diversos papelotes e pinos de cocaína foram apreendidos com ele. Ainda na residência, Gleicianne Alves da Silva, de 22 anos, companheira de Joel, também foi presa.
Na casa, mais drogas foram localizadas. Ao todo, 29 quilos e 457 gramas de maconha, além de 391 gramas de cocaína, três balanças de precisão e diversos pinos utilizados para acondicionamento de drogas foram apreendidos.
O casal foi conduzido para a Delegacia Regional do Crato, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e colocado à disposição da Justiça.

Confira foto

STJ mantém exumação do corpo do pai de Collor para teste de DNA

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve na terça-feira, 3, uma decisão que autoriza a exumação do corpo de Arnon de Mello, pai do ex-presidente Fernando Collor, para a realização de um exame de DNA. 

O motivo da exumação é um pedido feito na Justiça por um homem que afirma ser filho de Arnon e tenta fazer um teste de paternidade. No entanto, a família do ex-político não queria autorizar a exumação nem fornecer material genético.

Em 2022, o STJ já tinha autorizado a exumação do cadáver, mas Collor recorreu para derrubar a sentença. O recurso, porém, foi negado pelos ministros nesta semana, sob a justificativa de que não há "nenhum vício no acórdão".

De acordo com o Poder360, em seu voto no ano passado, Paulo de Tarso Sanseverino, o então relator do caso, escreveu ser "absolutamente lícito ao pretenso filho perseguir a elucidação da sua parentalidade lançando mão de 'todos os meios legais e moralmente legítimos' para provar a verdade dos fatos". 

Arnon de Mello foi governador de Alagoas entre 1951 e 1956. Na sequência, foi senador pelo estado, pelo período de 1963 a 1981. Sua passagem pelo Congresso ficou marcada por ter matado por engano o senador José Kairala. Arnon chegou a ser preso, mas foi inocentado por ter agido em legítima defesa ao tentar se proteger de Silvestre Péricles. O político morreu em 1983.

Terra

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