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domingo, 20 de junho de 2021

Médicos cearenses protestam contra marca de 500 mil mortes por coronavirus no Brasil


As intervenções foram feitas com pétalas de rosa e luvas.  (Foto: Divulgação)

Na manhã deste sábado, 19, entidades e coletivos de Fortaleza realizaram manifestações contra o número de mortes durante a pandemia da Covid-19 no Brasil. Por volta das 8 horas, os participantes escreveram o número 500.000 enfileirando luvas e pétalas de rosa no aterro da Praia de Iracema, em alusão à quantidade de vítimas da doença no País. A marca deverá ser alcançada ainda hoje, na atualização dos boletins epidemiológicos.

O ato contou com faixas, cartazes e intervenções, que acontecem ao longo do dia em outros oito cruzamentos da Capital. A manifestação incluiu a participação de integrantes do Coletivo Rebento - Médicos em Defesa da Vida, da Ciência e do SUS, do projeto Ser Ponte e do Comitê Popular de Enfrentamento à Covid-19 em Fortaleza.

Os protestos denunciam a responsabilidade do Governo Federal no número elevado de mortes causadas pelo coronavírus. De acordo com a obstetra Liduína Rocha, integrante do Coletivo Rebento, os óbitos também acontecem “em função de escolhas de políticas públicas do Governo Federal e do Ministério da Saúde”.

O incentivo ao descumprimento de medidas sanitárias, como o uso de máscaras e o distanciamento social, em paralelo ao atraso na compra de vacinas são motivos para “ir às ruas com responsabilidade”, conclui a médica. Os atos são realizados pelos coletivos sem aglomerações e também acontecem em cidades como Palhano, Iguatu, Icó e Crato.

Com informações do O Povo.

Atos contra Bolsonaro reúnem manifestantes no Interior do Ceará

Na manhã deste sábado, 19, cidades do Interior do Ceará registraram manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Atos contra o chefe do Poder Executivo estão ocorrendo em todas as regiões do país. As cidades de Itapipoca, Morada Nova, Tauá, Tianguá, Jaguaribe e Limoeiro do Norte foram alguns dos municípios cearenses em que os manifestantes foram às ruas.

O Sindicato dos Servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (Sindsifce) liderou parte dos atos no interior do Estado. Além de pedirem a saída de Bolsonaro do poder, os manifestantes carregavam cartazes com mensagens que pediam agilidade no processo de vacinação e maiores cuidados com o conjunto educacional no país. A fome e o desemprego também foram causas lembradas durante o ato.

Fortaleza também possui manifestações programadas para a tarde desta sábado, 19. Os novos atos ocorrem menos de um mês após os últimos protestos realizados no dia 29 de maio. Pelas redes sociais, organizadores das manifestações como Sindsifce prometem realizar a entrega de máscaras PFF-2 para os manifestantes, além de tubos de álcool em gel. Organizadores pedem que as medidas de segurança sanitária sejam respeitadas durante os atos.

No último ato contra o presidente, realizado em Fortaleza, manifestantes fizeram uma carreata e também ocuparam as ruas do bairro Benfica. A Avenida Treze de Maio foi tomada por integrantes do movimento contrário ao presidente. Apesar da grande adesão das máscaras, aglomerações foram registradas durante o ato.

Com informações do O Povo.

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