Web Radio Cultura Crato

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Brasil atuou 84 vezes para compra de medicamento sem eficácia contra Covid



O Governo Federal atuou 84 vezes no exterior para adquirir insumos para a produção de hidroxicloroquina durante a pandemia do covid-19. É o que apontam telegramas do Ministério das Relações Exteriores, obtidos pela CPI do Senado que investiga possíveis omissões do governo para combater o avanço da doença. 

A maior parte da comunicação foi feita à Índia, com o objetivo de garantir insumos necessários para a fabricação do medicamento, que não tem eficácia comprovada para combater o novo coronavírus. Além da Índia, os telegramas indicam que a diplomacia brasileira também entrou em contato com os Estados Unidos em busca dos mesmos produtos. 

Os telegramas foram enviados até junho do ano passado, quando o Brasil conseguiu reestabelecer a produção e recebeu uma doação de dois milhões de comprimidos enviados pelos Estados Unidos. Os telegramas foram enviados mesmo após a comunidade científica indicar que o tratamento era ineficaz no combate ao covid-19.

Covid-19: Pfizer entrega ao Brasil 842 mil doses da vacina pelo consórcio Covax Facility


Um avião com cerca de 842 mil doses da vacina produzida pela Pfizer pousou na tarde deste domingo (20) no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Este é o primeiro carregamento enviado ao país pela farmacêutica por meio do consórcio global Covax Facility. Outros 14 lotes do imunizante contra Covid-19 já foram recebidos, todos pelo contrato direto com o Ministério da Saúde. 

O voo, vindo de Miami (EUA), pousou em Viracopos por volta de 16h15, segundo a assessoria da Pfizer. O descarregamento foi acompanhado pela Polícia Federal (PF), que também fará a escolta da carga até Guarulhos (SP), onde fica o centro de distribuição do Ministério da Saúde. 

Até a chegada da vacina da Pfizer neste domingo, o Ministério da Saúde havia recebido e distribuído cerca de 5 milhões de doses do consórcio global liderado pela OMS e aliança GAVI. Nos lotes anteriores, todas as doses eram da AstraZeneca/Oxford, fabricada na Coreia do Sul. 

O contrato com a Covax prevê 42,5 milhões de doses de vacinas Covid-19 até o fim do ano.

Nenhum comentário:

Postar um comentário