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sábado, 8 de julho de 2023

Ceará não registra seca por três meses seguidos pela primeira vez; melhor resultado do estado

Foto Celso Tavares/G1
O Ceará não registrou seca por três meses seguidos (março, abril e maio), conforme a última atualização do Monitor de Secas. Este é o melhor resultado obtido pelo estado desde o começo do projeto, em 2014.

O Ceará é um dos únicos estados do Brasil, junto ao Paraná, a não registrar seca em maio — mês da última atualização. O Monitor de Secas é um projeto da Agência Nacional de Águas (ANA) e, no Ceará, é feito em parceria com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses.

A ANA explicou que, acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca. A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México.

O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.

Com informações do G1 Ceará.

Ministério da Saúde anuncia troca da vacina 'gotinha' da poliomielite pela injetável em 2024


A chamada "gotinha", vacina oral contra a poliomielite (VOP) será substituída pela injetável, inativada (VIP), a partir de 2024, segundo anúncio do Ministério da Saúde (MS). A mudança foi "amplamente" debatida, antes de ser aprovada pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI).

Serão quatro doses injetáveis: aos 2, 4, 6 e 15 meses de vida, conforme o MS. Atualmente, existe uma dose de reforço aos 4 anos, que, a partir do ano que vem, será extinta.

Conforme o MS, as quatro doses projetadas garantirão a proteção necessária contra a pólio. A atualização é com base em critérios epidemiológicos, evidências sobre o imunizante e recomendações internacionais.

Durante o evento de anúncio da novidade, a ministra da Saúde Nísia Trindade, ressaltou a importância da troca: "A retomada das altas coberturas vacinais é uma prioridade do Governo Federal. Esse é um movimento, não uma campanha isolada, justamente pela ideia de continuidade e pelo constante monitoramento de resultados. Esse trabalho não se restringe ao Ministério da Saúde, por isso estamos indo aonde estão os movimentos da sociedade”.

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