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quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Governo do DF irá buscar responsáveis por atos de vandalismo

                                                           Foto: Reprodução

Durante a noite de ontem, 12, o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Júlio Danilo, informou que será feito um trabalho de identificação dos participantes dos atos de violência que foram registrados ontem em Brasília. De acordo com ele, todas as pessoas identificadas serão responsabilizadas.


Danilo explicou que a manutenção dos acampamentos bolsonaristas será reavaliada. “A gente tem mantido a questão da segurança da área da circunscrição, o controle do trânsito, o controle da venda de ambulantes. Agora se for realmente verificado, como eu disse, quem esteja envolvido em atos de vandalismo, tenha cometido crime hoje, será responsabilizado, onde esteja, se esteja no acampamento, se seja morador daqui, residente em Brasília, essas pessoas serão alcançadas”, pontuou.

Na manhã de hoje, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou os atos registrados ontem. “As manifestações fazem parte da democracia. A capital federal recebeu cidadãos de todo o Brasil que, há mais de um mês, vem se expressando de maneira ordeira. Repudio veementemente a desordem, a violência e o risco à integridade física ou de patrimônio público e privado”, disse.

A violência começou após um grupo de apoiadores de Jair Bolsonaro, atual presidente do Brasil, ir até a sede da Polícia Federal para protestar contra a prisão  José Acácio Serere Xavante que, segundo a Procuradoria-Geral da República, é um dos integrantes das manifestações que vem se estendendo tanto na capital federal quanto em outras cidades do país desde o resultado das eleições gerais de 2022.

A ordem de prisão é do ministro  Alexandre de Moraes. Com o líder indígena preso, os apoiadores de Bolsonaro tentaram invadir a sede da PF. Quando reprimidos pela polícia, os manifestantes atearam fogo em um ônibus e depredaram postes de iluminação em outras vias da cidade.

Fim do processo eleitoral - Diplomado, Lula espera primeiro de janeiro de 2023 para assumir Presidência da República

 Lula, o único brasileiro a receber, pela terceira vez, o certificado de Presidente da República


Diplomado, na tarde desta segunda-feira (12), o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado do companheiro de chapa Geraldo Alckmin (PSB), espera agora a data de primeiro de janeiro de 2023 para assumir, pela terceira vez, a Presidência da República. A solenidade de diplomação representa a última etapa do processo eleitoral de 2022 que credencia Lula e Alckmin a serem empossados e exercerem os mandatos.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, comandou a cerimônia de diplomação que significa, também, um balde de água fria para os simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro que fazem manifestações contra o resultado das eleições. Lula é o presidente eleito, diplomado e, legitimado pelos eleitores, assumirá o mandato para o período de 2023-2026.
Emocionado, Lula, o único brasileiro a receber, pela terceira vez, o certificado de Presidente da República, lembrou a solenidade que o credenciara, em 2002, para o primeiro mandato no Palácio do Planalto e disse que o documento que estava recebendo pertencia ao povo que reconquistou o direito a viver na democracia.
‘’Em primeiro lugar, quero agradecer ao povo brasileiro pela honra de presidir pela terceira vez o Brasil. Em minha primeira diplomação, em 2002, lembrei a ousadia do povo brasileiro em conceder para alguém tantas vezes questionado por não ter diploma universitário, um diploma’’, disse, sem conter as lágrimas, o líder sindical que, no dia primeiro de janeiro de 2023, comandará o País. ‘’Esse diploma é do povo que reconquistou o direito de viver em democracia’’, afirmou Lula, para, em seguida acrescentar: ‘’Vocês ganharam esse diploma’’, disse o presidente eleito.

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