Começou ontem a 3ª fase do programa da Anatel contra celulares piratas. Com isso, aparelhos irregulares no Ceará e outros 14 estados de Nordeste, Norte e Sudeste serão notificados sobre o bloqueio que acontece no dia 24 de março.
O aviso levará a seguinte mensagem: "Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias". Os celulares serão notificados quando faltarem 50 dias, 25 dias e na véspera do bloqueio. Todas as mensagens serão enviadas pelo número 2828.
Serão bloqueados aparelhos sem certificação da Anatel, aparelhos cujos roubos tenham sido notificados às autoridades e aparelhos com IMEI adulterado. Celulares comprados fora do Brasil não serão bloqueados desde que atendam certificações internacionais aceitas pela Anatel. O iPhone, celular favorito dos brasileiros em compras fora do País, obedece as exigências. Com informações da Agência Estado.
O aviso levará a seguinte mensagem: "Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias". Os celulares serão notificados quando faltarem 50 dias, 25 dias e na véspera do bloqueio. Todas as mensagens serão enviadas pelo número 2828.
Serão bloqueados aparelhos sem certificação da Anatel, aparelhos cujos roubos tenham sido notificados às autoridades e aparelhos com IMEI adulterado. Celulares comprados fora do Brasil não serão bloqueados desde que atendam certificações internacionais aceitas pela Anatel. O iPhone, celular favorito dos brasileiros em compras fora do País, obedece as exigências. Com informações da Agência Estado.
Filho de Mourão vira assessor do presidente do Banco do Brasil e triplica salário
Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, será assessor especial do presidente do Banco do Brasil. A promoção foi confirmada pela assessoria do banco. Com o novo cargo, ele mais que triplicará seu salário, passando a ganhar R$ 36,3 mil por mês. A nova função equivale a um cargo de executivo.
Funcionário de carreira do banco há 18 anos, Rossell Mourão vinha atuando havia 11 anos como assessor na área de agronegócio da instituição, ganhando cerca de R$ 12 mil mensais. Sua mulher, Silvia Letícia Zancan Mourão, também é funcionária do banco.
Na presidência, continuará exercendo a mesma função mas aconselhando o presidente do banco, Rubem Novaes, diretamente. A forma como o filho de subiu na carreira foi considerada inusual por funcionários. A ascensão, segundo eles, costuma ser progressiva.
O vice-presidente compareceu à posse de Rubem Novaes na segunda-feira (7) na sede do banco, em Brasília. Mourão não foi à posse do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.
Segundo o estatuto do BB, o presidente tem direito a nomear três assessores especiais. Pela tradição, ele se cerca de especialistas na área jurídica, de comunicação e do agronegócio. Procurado pela reportagem, o vice-presidente disse que seu filho atua há anos na instituição financeira e que tem uma trajetória sólida para a nova posição.
Segundo Mourão, por não ser filiado ao PT, Rossell foi ameaçado e perseguido em gestões passadas, perdendo inclusive vaga de garagem no banco estatal. "Quando o vento era outro, ele era prejudicado. Agora, que o vento é a favor, ele foi favorecido por suas qualidades", disse.
Por meio de sua assessoria, o presidente do BB, Rubem Novaes, afirmou que o funcionário Antônio Hamilton possui excelente formação e capacidade técnica. "Antônio é de minha absoluta confiança e foi escolhido para minha assessoria, e nela continuará, em função de sua competência. O que é de se estranhar é que não tenha, no passado, alcançado postos mais destacados no banco", disse Novaes. Com informações do Diário do Nordeste.
Funcionário de carreira do banco há 18 anos, Rossell Mourão vinha atuando havia 11 anos como assessor na área de agronegócio da instituição, ganhando cerca de R$ 12 mil mensais. Sua mulher, Silvia Letícia Zancan Mourão, também é funcionária do banco.
Na presidência, continuará exercendo a mesma função mas aconselhando o presidente do banco, Rubem Novaes, diretamente. A forma como o filho de subiu na carreira foi considerada inusual por funcionários. A ascensão, segundo eles, costuma ser progressiva.
O vice-presidente compareceu à posse de Rubem Novaes na segunda-feira (7) na sede do banco, em Brasília. Mourão não foi à posse do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.
Segundo o estatuto do BB, o presidente tem direito a nomear três assessores especiais. Pela tradição, ele se cerca de especialistas na área jurídica, de comunicação e do agronegócio. Procurado pela reportagem, o vice-presidente disse que seu filho atua há anos na instituição financeira e que tem uma trajetória sólida para a nova posição.
Segundo Mourão, por não ser filiado ao PT, Rossell foi ameaçado e perseguido em gestões passadas, perdendo inclusive vaga de garagem no banco estatal. "Quando o vento era outro, ele era prejudicado. Agora, que o vento é a favor, ele foi favorecido por suas qualidades", disse.
Por meio de sua assessoria, o presidente do BB, Rubem Novaes, afirmou que o funcionário Antônio Hamilton possui excelente formação e capacidade técnica. "Antônio é de minha absoluta confiança e foi escolhido para minha assessoria, e nela continuará, em função de sua competência. O que é de se estranhar é que não tenha, no passado, alcançado postos mais destacados no banco", disse Novaes. Com informações do Diário do Nordeste.


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