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sábado, 24 de janeiro de 2026

Nubank supera o Bradesco e se torna o segundo maior banco do Brasil em clientes

 


Foto Shutterstock 
A fintech Nubank ultrapassou a marca de 112 milhões de clientes e se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil - lugar que antes era ocupado pelo Bradesco, que possui 110 milhões de clientes. Em primeiro lugar está a Caixa, com 158 milhões de clientes.

Considerando que a população brasileira é de 213,4 milhões de habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Geografia (IBGE), isso indica que mais da metade dos brasileiros têm uma conta no Nubank - fintech fundada em 2013. Em setembro de 2025, a instituição havia registrado ter 105 milhões de clientes.

A fintech, que não possui agências bancárias, cresceu bastante ao longo do tempo por não cobrar diversas taxas bancárias. A interface intuitiva do aplicativo também contribuiu para a adesão de pessoas não bancarizadas que precisavam de uma chave de Pix.

Na lista de reclamações divulgada pelo Banco Central nesta última quinta-feira (22), o Nubank aparece em 14º lugar, com 1.350 queixas registradas no quarto trimestre. Enquanto o primeiro da lista, PicPay, recebeu 3.718 reclamações, tendo 33,4 milhões de clientes.

Com informações do Portal O Tempo.

Programa prevê plantio de algodão em 5 mil hectares no Ceará

Foto Bruno Cabral/Faec/Divulgação
O cultivo do algodão começa a ganhar novo espaço no interior do Ceará. Um programa estadual lançado neste início de ano prevê o plantio da cultura em cerca de 5 mil hectares, distribuídos por 20 municípios, com foco em regiões de clima mais seco e histórico de produção agrícola.

O plantio deve ocorrer entre fevereiro e o início de março, com colheita estimada para os meses de julho e agosto.

A iniciativa faz parte do Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura, que aposta na distribuição de sementes adaptadas às condições do semiárido e no acompanhamento técnico da produção.

A expectativa é alcançar uma produtividade média de 2 mil quilos por hectare, o que pode resultar em uma produção estimada de até 10 mil toneladas de algodão nesta primeira etapa.

O programa tem como público-alvo municípios com histórico ou potencial para a cultura, incluindo cidades da região dos Inhamuns e outros polos do interior cearense.

A proposta é retomar uma atividade que já teve peso na economia do Estado, especialmente no Interior, mas que perdeu espaço ao longo das últimas décadas.

Diferentemente de modelos baseados em repasse direto de recursos, a ação é estruturada a partir da transferência de tecnologia, do uso de sementes desenvolvidas para áreas com restrição hídrica e do suporte técnico ao longo do ciclo produtivo.

A produção das sementes utilizadas no programa foi realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Além da etapa agrícola, o programa busca integrar o cultivo do algodão à cadeia produtiva já existente no Ceará. A Santana Textiles participa como parceira, com articulação para absorver parte da matéria-prima produzida no Estado, conectando a produção rural à indústria têxtil local.

A expectativa do governo é que a retomada do algodão contribua para diversificar a base produtiva do interior, com geração de renda no campo e fornecimento de insumos para a indústria.

Conforme a Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE), há previsão de expansão do programa a partir de 2027, com ampliação da área plantada e adesão de novos municípios.

O cadastro de cidades interessadas em integrar o Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura pode ser feito de forma eletrônica, por meio do site oficial da Secretaria do Desenvolvimento Econômico.

Com informações do O Povo.

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