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| Foto Governo do Ceará |
O Ceará registrou um aumento de 7,22 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 51,85% para 59,07% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.
Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.
“A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, apontou.
Com informações do Site Opinião CE.
Vacina contra o coronavirua completa 5 anos no Brasil, mas baixa adesão ainda preocupa especialistas
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| Foto Raquel Portugal/ Ascom Fiocruz |
A vacinação contra a covid-19 no Brasil completou cinco anos em 2025 e foi decisiva para o fim da fase mais grave da pandemia. Apesar disso, a doença continua circulando no País, ainda que em níveis bem menores.
Diante desse cenário, especialistas reforçam que manter a imunização em dia segue sendo fundamental, sobretudo entre pessoas que não se vacinaram antes ou que integram grupos de maior risco para complicações.
A cobertura vacinal, porém, permanece abaixo do ideal. Em 2025, menos de quatro em cada 10 doses distribuídas pelo Ministério da Saúde (MS) aos estados e municípios foram aplicadas. Ao todo, 21,9 milhões de vacinas foram enviadas à rede pública, mas apenas cerca de 8 milhões chegaram aos braços da população.
Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que monitora casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), evidenciam os efeitos dessa baixa adesão. Em 2025, ao menos 10.410 pessoas desenvolveram quadros graves após infecção pelo coronavírus, com aproximadamente 1,7 mil mortes confirmadas.
Vírus Ativo
Os números consideram apenas casos com teste laboratorial positivo e ainda podem aumentar devido a registros tardios no sistema do Ministério da Saúde. Mesmo assim, o cenário já indica impacto relevante da baixa cobertura vacinal sobre a gravidade da doença no País.
O coordenador do Infogripe, Leonardo Bastos, destaca que o coronavírus segue entre os vírus respiratórios mais perigosos em circulação. Segundo ele, a redução da percepção de risco não reflete a realidade dos dados atuais.
“A covid não foi embora. De tempos em tempos a gente tem surtos e avalia constantemente se esses surtos crescem, se eles podem se transformar em uma epidemia. O que a gente vê hoje de número de casos e mortes ainda é algo absurdo. Mas, como a gente passou por um período surreal na pandemia, o que seria considerado alto acaba sendo normalizado”, afirma leonardo Bastos.
Com informações da Agência Brasil.


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