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| Foto Prefeitura de Fortaleza/ Divulgação |
O mercado de trabalho do Ceará continua muito concentrado na Capital. Em 2023, dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apontam que, de janeiro a maio, Fortaleza centralizou quase 70% das vagas com carteira assinada criadas no Estado.
Nos 5 primeiros meses do ano, a cidade, que detém a maior economia do Nordeste, soma 9,5 mil novos empregos formais dos 14,1 mil do Ceará.
Nacionalmente, o mercado de trabalho fortalezense se tornou o quarto principal, perdendo apenas para São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
Para além da Capital, destacam-se no ranking do emprego deste ano Itapajé e Abaiara, respectivamente, segunda e terceira colocadas.
No caso de Itapajé, cujo saldo de vagas com carteira assinada supera 1 mil, os novos postos foram em educação e serviços administrativos.
Já Abaiara, cidade de apenas 10 mil habitantes, registrou mais de 900 oportunidades, fruto da construção de um Complexo Solar da Lightsource BP. O empreendimento recebe R$ 800 milhões em investimentos.
Nas posições seguintes da lista, aparecem três cidades da Região Metropolitana - Caucaia, Horizonte e São Gonçalo do Amarante - e as demais são do interior (Juazeiro do Norte, Barbalha, Quixeramobim e Brejo Santo.
RANKING: 10 CIDADES QUE MAIS GERAM EMPREGO NO CE.
Fortaleza: 9.575
Itapajé: 1.088
Abaiara: 910
Caucaia: 801
Juazeiro do Norte: 656
Horizonte: 475
São Gonçalo do Amarante: 462
Barbalha: 435
Quixeramobim: 431
Brejo Santo: 425
Crato Não foi citado
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Última segunda-feira (3) foi o dia mais quente registrado no mundo, aponta agência norte-americana
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| Foto Shutterstock |
A última segunda-feira (3), foi o dia mais quente da história ao nível global, segundo dados apurados pelos Centros Nacionais de Previsão Ambiental dos Estados Unidos. O órgão está ligado à administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA).
A temperatura média do mundo foi de 17,01 graus Celsius, ultrapassando o recorde anterior registrado em agosto de 2016, quando os termômetros marcaram 16,92°C. Na época, ondas de calor afetavam várias regiões do Hemisfério Norte.
Agora, as regiões sul do território norte-americano têm sofrido com a mesma questão, assim como na China, com ondas de calor persistentes e temperaturas acima dos 35ºC. Já no norte da África a situação tem sido ainda mais preocupante, com os termômetros próximos dos 50ºC.
"Esse não é um marco para se comemorar", afirmou a cientista climática Friederike Otto, do Instituto Grantham para Mudanças Climáticas e Meio Ambiente do Imperial College London, no Reino Unido. Até mesmo a Antártida, que segue no inverno, registrou altas temperaturas nas últimas semanas.
A causa do fenômeno citado é atribuída por cientistas às mudanças climáticas, assim como um padrão emergente do El Niño.
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