Web Radio Cultura Crato

terça-feira, 6 de abril de 2021

Padre de Fortaleza perde pais e irmãos para o coronavirus em 6 dias: "Continuarei te amando, Senhor"

 


                     

O Padre Gilvan Manuel da Silva, sacerdote da Congregação da Missão, pároco na Paróquia de São Pedro e São Paulo, no Quintino Cunha, em Fortaleza, perdeu pais e dois irmãos para a Covid-19, em um intervalo de apenas seis dias.

No dia 31de março, o sacerdote recebeu a notícia da páscoa do pai Manuel Anísio de Sousa e do irmão Vicente Manuel de Silva. 

Quatro dias depois sua mãe Antônia Rosa da Silva Sousa não resistiu às complicações da doença, e, nesta segunda-feira, dia 5, sua irmã Rosa Maria da Silva, que estava intubada faleceu.

Padre Gilvan fez uma comovente demonstração de fé em sua rede social. Acompanhando a notícia do falecimento da irmã, nesta segunda de Oitava de Páscoa, o padre Lazarista escreveu: “Senhor, tu podes levar tudo de mim, mas mesmo assim continuarei a te amando”. Há dois dias, o pároco havia escrito: “Sofremos na carne o que faltou na paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Arquidiocese de Fortaleza solidarizou-se com o padre, em nota. “Reafirmamos a nossa fé, pois ‘Cristo Ressuscitou ! Ele está vivo e caminha na nossa frente rumo à Galiléia de nossa vida’ e nos solidarizamos com o Padre Gilvan Manoel e sua família”.

Paroquianos e amigos também se manifestaram com votos de pesar e de oração pelo sacerdote.

Com informações do O Povo.

Média móvel de mortes por coronavirus da última semana no Ceará ficou acima de 100 em todos os dias

                   

A média móvel de óbitos provocados pela Covid-19 no Ceará ficou acima de 100 mortes em todos os dias da última semana, período entre 29 de março e 4 de abril. O maior número já registrado durante esta segunda onda, inclusive, foi atingido em 2 se abril, quando foram contabilizados 142 falecimentos em média. Os dados são do consórcio dos veículos de imprensa e constam nos gráficos a seguir.

Especialistas apontam que o Ceará passa por uma segunda onda da Covid-19, iniciada ainda no fim do ano passado. Além das aglomerações provocadas pelas eleições em 2020, as festas de fim de ano (Natal e Réveillon) e o Carnaval são apontados como propulsores dos novos casos.

Tudo isso em um contexto de disseminação da nova variante, identificada inicialmente em Manaus, cuja contaminação é mais rápida e promove casos mais graves, inclusive entre os mais jovens.

A fim de reduzir os índices da infecção, o governo do estado determinou desde o dia 5 de março, em Fortaleza, e o dia 13 de março, no Ceará, o isolamento social rígido. Até, pelo menos, o dia 11 de abril não é permitido o funcionamento de atividades não essenciais no território cearense. A flexibilização das atividades deve ocorrer a partir do dia 12 de abril.

Com informações do G1 Ceará.

Nenhum comentário:

Postar um comentário