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sexta-feira, 2 de abril de 2021

Decisão sobre lockdown e novo decreto do Ceará é adiada para o próximo domingo (4)

                   



A decisão sobre o novo decreto do Governo do Ceará sobre o lockdown e as medidas de enfrentamento à Covid-19 foi adiada para no próximo domingo (4). Conforme o governador Camilo Santana, os números de saúde precisam ser avaliados por mais dias.

Novidade foi anunciada após dia de reuniões com o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 no Estado. Definição sobre os próximos passos estava prevista para esta quinta-feira (1º), no entanto, o fim da reunião foi adiado para o domingo de Páscoa.

A expectativa era, para o setor econômico, de anúncio da retomada gradual das atividades a partir da próxima segunda-feira (5). O lockdown segue em vigor no Estado até domingo (4).

O possível Plano de Retomada havia sido anunciado na ocasião de divulgação do atual decreto e já estava sendo discutido pelo governo. A liberação estava condicionada, no entanto, a estabilização dos números da doença no Ceará.

Brasileiros estão bebendo tanta cerveja que fabricantes estão sem garrafas



A produção nacional até cresceu de 6% a 7% no final de 2020, mas o aumento foi insuficiente. Para 2023, espera-se novo incremento, de 8% a 10%, na produção

Em casa por conta da pandemia, a população brasileira está bebendo para passar o tempo. O problema é que, por conta do crescimento da demanda, as fabricantes da bebida estão com dificuldades para conseguir comprar garrafas desde o final do ano passado.

É o que mostra um relatório do Credit Suisse, de 29 de março, assinado por Marcella Recchia e Henrique Rocha. A dupla conversou com um grande fornecedor de garrafas de vidro para a indústria brasileira de cerveja e concluiu que as restrições de embalagens de garrafas de vidro devem persistir até 2023.

"Mesmo com a suposta desaceleração do consumo em fevereiro, impulsionada por subsídios governamentais mais baixos e o preço mais alto da cerveja, a indústria não foi capaz de construir estoques, o que levou a uma continuação nas restrições de capacidade", diz o texto.

A produção nacional até cresceu de 6% a 7% no final de 2020, mas o aumento foi insuficiente. Para 2023, espera-se novo incremento, de 8% a 10%, na produção, o que deve normalizar o mercado. Enquanto isso não acontece, algumas marcas têm importado o produto ou adaptado a produção.

Heineken e Petrópolis, segundo o estudo, foram as mais impactadas. A gigante holandesa administrou parcialmente o problema importando de 25% a 30% de suas necessidades de garrafas de vidro no ano passado a preços 40% acima dos domésticos.

A marca brasileira, por sua vez, foi a mais impactada, o que levou a empresa a desviar a produção para latas de alumínio.

Já a AmBev, líder no segmento, quase não sofreu o impacto da escassez de garrafas de vidro no mercado, se beneficiando de sua produção própria (cerca de 44% dos recipientes foram produzidos pela própria companhia) e de "contratos sólidos com grandes fornecedores".

Com essa priorização por parte dos fornecedores, o banco acredita que "a AmBev está melhor posicionada no setor para lidar com o ambiente restrito de fornecimento de embalagens. Dessa forma, a empresa deve continuar se beneficiando da integração vertical com suas próprias fábricas de latas de alumínio e garrafas de vidro."

Via CNN Brasil 

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