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sábado, 21 de dezembro de 2024

Ex-deputado Daniel Silveira ganha liberdade, mas com tornozeleira

 


Liberdade condicional ocorre após quase quatro anos da prisão

O ex-deputado federal Daniel Silveira deixará a prisão para cumprir em liberdade condicional a pena de oito anos e nove meses por supostamente ameaçar e incitar violência contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2021, e por “ataques a instituições e à democracia”. A libertação foi determinada nesta sexta (20) pelo ministro Alexandre de Moraes, que impôs o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de fazer contato com investigados por tentativa de golpe de Estado.


Daniel Silveira foi preso em flagrante por ordem de Moraes, em 16 de fevereiro de 2021, quando divulgou vídeo com ofensas a ministros do STF e incitação à violência contra o ministro Edson Fachin. O Supremo confirmou a liminar que o prendeu. E, em 2022, condenou o ex-parlamentar que representava o Rio de Janeiro pelo PSL e era aliado do então presidente Jair Bolsonaro (PL).

A condenação foi resultado de denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) por supostas agressões verbais e graves ameaças contra ministros do STF para favorecer interesse próprio; incitar o emprego de violência e grave ameaça para tentar impedir o livre exercício dos Poderes Legislativo e Judiciário; e incitar a animosidade entre as Forças Armadas e o STF. 
 
Além de determinar o monitoramento eletrônico, a decisão de libertar Daniel mantém as proibições de utilizar as redes sociais ou aplicativos de mensagem e dar entrevistas. 
 
(Diário do Poder)

Idosas são maioria entre as mulheres que moram sozinhas no Ceará

Foto Camila Lima
O número de pessoas que moram sozinhas, nos domicílios cearenses, quase dobrou na última década. Mas esse movimento não tem ocorrido de forma homogênea entre homens e mulheres, principalmente em relação ao perfil etário nos dois grupos. 

Se entre os homens que vivem nesse arranjo é a faixa etária de 30 a 59 anos que predomina, as mulheres de 60 anos ou mais são maioria entre a fatia delas que são as únicas habitantes de suas residências.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2023, divulgados nesta sexta-feira (20), havia 538 mil unidades domésticas unipessoais no ano passado, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) denomina os domicílios com apenas um morador. Dez anos antes, em 2013, eram 279 mil, representando um aumento de 93% ao longo da última década.

Com informações do Diário do Nordeste.

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