Fotos de uma noiva com vestido de casamento visitando o túmulo de seu noivo no dia em que eles se casariam têm comovido internautas nas redes sociais.
A americana Jessica Padgett tinha marcado seu casamento com Kendall James Murphy para 29 de setembro deste ano. No entanto, Murphy, um bombeiro em Montgomery, estado de Indiana, morreu antes de que pudessem dizer o "sim".
Em novembro do ano passado, Murphy, de 27 anos, não resistiu a um acidente provocado por um colega que diriga bêbado e bateu em três carros.
A vítima estava saindo de seu carro para ajudar numa ocorrência, quando o também bombeiro Colby Blake o atingiu, matando-o na hora. Blake tinha um nível de álcool no sangue de 0,21 - mais que o dobro do limite legal onde vivem.
Para honrar a memória de quem seria seu futuro marido, Jessica visitou o túmulo de Murphy vestida de noiva, e os convidados também foram, para dar apoio.
Em uma das fotos, Jessica aparece ajoelhada em frente à lápide de Murphy.
Fonte: G1
'Não apoiaremos nem PT nem Bolsonaro', afirma Alckmin
Após bate-boca entre o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, e o candidato do partido ao governo de São Paulo, João Doria, os tucanos decidiram liberar os correligionários e não vão apoiar nenhum candidato no segundo turno da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
"Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes", anunciou Alckmin após reunião da executiva nacional que ocorreu na sede do partido, em Brasília. Ele pontuou que a liberação do partido significa neutralidade na campanha.
Alckmin destacou que a posição é coerente com o que ele defendeu ao longo de sua campanha à Presidência da República. "Já vínhamos pontuando que extremos não são a solução", defendeu.
Em reunião acalorada, Alckmin chamou Doria de "temerista". O candidato tucano ao governo de São Paulo cobrava do partido mais ajuda financeira às campanhas dos candidatos a governos estaduais que passaram para o segundo turno. Alckmin interrompe Doria e diz: "Traidor, eu não sou".
Questionado sobre a discussão, Alckmin desconversou. "Divergências são naturais e não ocorrem pela imprensa. Não faço política pela imprensa", afirmou.
Doria, por sua vez, disse que Alckmin está com o "emocional abalado" por causa do "resultado inesperado" da eleição, onde saiu derrotado e recebeu menos de 5% dos votos. "Se Geraldo teve algum dissabor pessoal, da minha parte tem o meu perdão. Não foi nada que possa abalar as nossas relações pessoais", declarou Doria à imprensa depois de deixar a reunião. Ele saiu antes do encontro terminar.
Questionado sobre o seu resultado na disputa presidencial, Alckmin disse que foi uma campanha "atípica" e que "todos os partidos estão enfraquecidos". Mencionou ainda o fato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estar preso e de Bolsonaro ter sofrido um atentado durante a campanha.
Fonte: Estadão Conteúdo


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