Mais um homicídio foi registrado em Juazeiro se constituindo o terceiro só esta semana e o terceiro por espancamentos. Por volta das três horas da madrugada desta quinta-feira o auxiliar de serviços gerais Francisco Renaldo Batista, de 30 anos, morreu no Hospital Regional do Cariri (HRC) em Juazeiro. Ele residia numa casa de acolhimento na Rua 22 de julho (Limoeiro) e foi internado na manhã do último dia 1º de novembro após ser encontrado na Avenida Carlos Cruz (Franciscanos) apresentando marcas de espancamentos e não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Este foi o quinto homicídio do mês de novembro em Juazeiro e o 87º do ano no município ou 7,5% a mais que os 81 registrados ano passado. Os dois homicídios anteriores por espancamentos em Juazeiro vitimaram Clécio Carvalho Marques dos Santos, de 24 anos, que morreu dia 1º na UPA Limoeiro após ser espancado num Centro Terapêutico na Vila Fátima. Na última terça-feira o morador de rua Francisco Henrique, de 45 anos, morreu no HRC após ser espancado no dia 26 de setembro numa das ruas do bairro Triângulo
Brasileiros deixam R$ 8,53 bilhões esquecidos no Sistema de Valores a Receber
O Banco Central informou nesta quinta-feira (7), que o montante não recolhido pelos brasileiros no Sistema de Valores a Receber (SVR) soma R$ 8,53 bilhões. O prazo para sacar o valor finalizou dia 16 de outubro. De acordo com o Ministério da Fazenda, além dos prazo inicial para resgate, os clientes têm outros 30 dias para contestar os valores, a contar da data de publicação do edital pela pasta.
Segundo o Ministério, somente após o segundo prazo, e caso não haja manifestação, é que os valores serão incorporados ao Tesouro Nacional. Além disso, os brasileiros terão um período de até seis meses para requerer judicialmente os seus depósitos.
A transferência dos recursos esquecidos para o Tesouro Nacional tem o objetivo de ajudar a compensar a prorrogação da desoneração da folha de pagamento até 2027. Os R$ 8,5 bilhões, caso não contestados, farão parte dos R$ 55 bilhões que entrarão no caixa do governo para custear a extensão do benefício. A pasta reforça que a utilização do recurso está prevista em lei, e não se trata de um confisco.
Sistema aberto para consultas
A consulta de valores a receber é feita de forma gratuita através do site do Banco Central. A plataforma é a única onde o usuário pode fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas.

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