Os números relacionados à violência doméstica no Ceará escancaram a permanente realidade do patriarcado, do machismo estrutural e do sofrimento de mulheres que, em sua maioria, foram agredidas dentro de casa, por aqueles com quem decidiram partilhar a vida.
A partir deste sábado até a próxima quarta-feira (20), o Diário do Nordeste traz uma série de reportagens sobre a violência sofrida por elas, com relatos de mulheres que sobreviveram às agressões e familiares que contam com a Justiça para terem uma resposta acerca dos feminicídios.
Conforme dados da Polícia Civil do Ceará (PCCE), em menos de cinco anos (de janeiro de 2020 até setembro de 2024), foram pouco mais de 100 mil denúncias registradas por mulheres vítimas de violência doméstica no Estado e quase 14 mil prisões em flagrante registradas com base na Lei Maria da Penha.
Da instauração do pedido de medida protetiva de urgência virtual ao foco no ‘Tempo de Justiça’ para julgar com mais celeridade os feminicídios. A adoção e criação de políticas públicas com esforços integrados para combater a violência de gênero é passo para reduzir a subnotificação e encorajar vítimas a romperem o ciclo da violência.
A titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza, Giselle Martins, destaca a importância de o Estado ter conhecimento sobre os crimes, o que é possível a partir da comunicação formal via Boletim de Ocorrência (B.O.)
“Violência doméstica é um crime de um perfil mais democrático. Temos casos de agressão de filho contra uma mãe idosa, pessoas mais humildes… Existe uma portaria que determina que todas as investigações de homicídio com vítima mulher tenham, como primeira linha de investigação, o feminicídio”, diz a delegada.
Com informações do Diário do Nordeste.
Acidente de trânsito deixa dois mortos e um ferido, em Mombaça
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| Foto Divulgação |
Duas pessoas morreram e outra saiu ferida em um grave acidente ocorrido na noite desta últimasexta-feira(15), na CE-060, na cidade de Mombaça.
Por volta de 22:h15min, duas motos se chocaram nas proximidades do Clube Villa 3. No local morreu o jovem estudante, Guilherme Rodrigues Cordeiro, 19 anos, residente na Travessa Vila Iracema, filho de Leiliane Rodrigues Cordeiro.
Já Antônio Altemir Pedro de Sousa, 30 anos, natural de Tauá, filho de Vilanildo Pedro de Sousa e Antonia Alves de Araújo de Sousa, residente no Sítio Sabino, em Mombaça, ainda chegou a ser socorrido mas não resistiu e faleceu.
A terceira vítima. de nome David, socorrida para o Hospital com suspeita de fratura na perna.
O rabecão da Perícia Forense de Tauá foi acionado e conduziu os corpos para o IML.
Com informações do Blog do Wilrismar.

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