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| Foto Guto Vital/Site Miséria |
Na noite de domingo, dia 10, o monsenhor José Alves de Oliveira faleceu após 44 dias internado em clínica de Juazeiro do Norte. O religioso deu entrada na UTI do Hospital da Unimed no dia 7 de dezembro, após suspeita de convulsão e baixo nível de sódio no sangue. No último dia 21 completou 85 anos de vida.
José Alves de Oliveira nasceu no Sítio Tapera, Distrito de Quitaiús de Lavras da Mangabeira, mas foi em Juazeiro do Norte que ele desempenhou a maior parte do ministério sacerdotal.
Monsenhor José Alves se notabilizou como sacerdote virtuoso, íntegro, amigo de todos e dedicado seguidor de Jesus Cristo. Ele foi ordenado sacerdote por Dom Vicente Matos, no dia 30 de setembro de 1962.
Foi vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Dores e capelão da Capela do Socorro, em Juazeiro do Norte, entre os anos de 1972 a 1988. Foi o sustentáculo da comunidade paroquial Menino Jesus de Praga, no Bairro Novo Juazeiro, onde foi pároco durante os anos de 1990 a 2012.
Mesmo aposentado de suas funções paroquiais e com limitações, em decorrência da idade e da saúde debilitada, fazia questão de rezar missa às terças, quintas e sábados às sete horas noite; e aos domingos, durante a manhã, na Igreja Matriz do Menino Jesus, além de prestar assistência pastoral à comunidade de São Pedro, Apóstolo, no bairro Tiradentes, onde residia.
Velório
As redes sociais da Paróquia Menino Jesus de Praga informa que o corpo do Monsenhor José Alves está sendo velado na capela de São Pedro Apóstolo, no Bairro Tiradentes, desde às 4h até as 16h desta segunda-feira, dia 11.
Nesse período haverá missa a cada 2h em sufrágio da alma do Monsenhor, iniciando as 6h.
Ás 16h, o corpo será transladado pelas ruas do Juazeiro passando pela Capela do Socorro e Basílica de Nossa Senhora das Dores, onde o Monsenhor serviu.
Ás 17h30min, acontece a chegada do corpo do Monsenhor na Matriz do Menino Jesus de Praga, onde será velado até o dia seguinte, também com missas sequenciadas.
Na terça-feira dia 12, ás 9h será celebrada a Missa de Exéquias e em seguida o sepultamento na Matriz do Menino Jesus.
Com informações do Site Miséria.
José Alves de Oliveira nasceu no Sítio Tapera, Distrito de Quitaiús de Lavras da Mangabeira, mas foi em Juazeiro do Norte que ele desempenhou a maior parte do ministério sacerdotal.
Monsenhor José Alves se notabilizou como sacerdote virtuoso, íntegro, amigo de todos e dedicado seguidor de Jesus Cristo. Ele foi ordenado sacerdote por Dom Vicente Matos, no dia 30 de setembro de 1962.
Foi vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Dores e capelão da Capela do Socorro, em Juazeiro do Norte, entre os anos de 1972 a 1988. Foi o sustentáculo da comunidade paroquial Menino Jesus de Praga, no Bairro Novo Juazeiro, onde foi pároco durante os anos de 1990 a 2012.
Mesmo aposentado de suas funções paroquiais e com limitações, em decorrência da idade e da saúde debilitada, fazia questão de rezar missa às terças, quintas e sábados às sete horas noite; e aos domingos, durante a manhã, na Igreja Matriz do Menino Jesus, além de prestar assistência pastoral à comunidade de São Pedro, Apóstolo, no bairro Tiradentes, onde residia.
Velório
As redes sociais da Paróquia Menino Jesus de Praga informa que o corpo do Monsenhor José Alves está sendo velado na capela de São Pedro Apóstolo, no Bairro Tiradentes, desde às 4h até as 16h desta segunda-feira, dia 11.
Nesse período haverá missa a cada 2h em sufrágio da alma do Monsenhor, iniciando as 6h.
Ás 16h, o corpo será transladado pelas ruas do Juazeiro passando pela Capela do Socorro e Basílica de Nossa Senhora das Dores, onde o Monsenhor serviu.
Ás 17h30min, acontece a chegada do corpo do Monsenhor na Matriz do Menino Jesus de Praga, onde será velado até o dia seguinte, também com missas sequenciadas.
Na terça-feira dia 12, ás 9h será celebrada a Missa de Exéquias e em seguida o sepultamento na Matriz do Menino Jesus.
Com informações do Site Miséria.
Governo Federal cogita dar 1ª dose 'em massa' antes de 2ª dose da vacina contra o coronavirus
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira (11) que o programa de vacinação contra a Covid-19 a ser implementado pelo Governo Federal pode priorizar a aplicação da primeira dose no maior número possível de pessoas, antes que se inicie a aplicação de uma segunda dose.
Segundo o ministro, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com a farmacêutica Astrazeneca, cuja produção será feita pela Fiocruz no Brasil, possui eficácia de 71% com a aplicação da primeira dose. “Com duas doses você vai a 90%”, disse Pazuello.
“Talvez o foco seja não na imunidade completa, mas na redução da contaminação”, afirmou o ministro, explicando que com uma primeira dose a ideia é de que a pandemia vá “diminuir muito”. Após essa redução nas contaminações é que se começaria a aplicação de uma segunda dose.
As declarações foram dadas em Manaus, onde o ministro se reuniu com o governador do Amazonas, Wilson Lima, para discutir medidas de enfrentamento à pandemia diante do avanço da doença no Amazonas. Na média dos últimos 14 dias, houve alta de 72% nas contaminações e 80% nas mortes, segundo os dados do governo estadual.
Em todo o Amazonas, tanto a rede pública como a privada encontram-se com mais de 90% dos leitos ocupados, sejam normais ou de UTI.
Início da vacinação
Em sua fala durante o encontro com o governador do Amazonas, Pazuello voltou a afirmar que a vacinação terá início simultâneo em todas as unidades da federação, “no dia D e na hora H”. O ministro não deu data específica, mas disse que os brasileiros estarão sendo vacinados “três a quatro dias” após a aprovação do uso emergencial de qualquer vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Ele convocou prefeitos a deixarem salas de imunização e depósitos refrigerados prontos para serem acionados logo após a aprovação de um imunizante. Pazuello acrescentou ainda que cada estado precisa ter um plano de imunização próprio preparado, devido às peculiaridades logísticas locais.
Assim como fizera na semana passada, o ministro apresentou três possíveis cronogramas. Em um panorama mais curto, a vacinação poderá começar até 20 de janeiro, segundo ele, caso haja liberação rápida da Anvisa. Nessa hipótese, já há 6 milhões de doses da CoronaVac, da empresa chinesa Sinovac, disponíveis para uso, que foram importadas pelo Instituto Butantan, de São Paulo.
Nesse caso, segundo ele, uma dificuldade é que a CoronaVac não possui autorização para uso emergencial nem mesmo na China, o que pode resultar em demora maior para a aprovação pela Anvisa. Ele afirmou que o ministério “tem todo interesse” na aprovação do imunizante.
Outras 2 milhões de doses da vacina da Astrazeneca/Oxford já foram compradas na Índia, onde já tiveram uso autorizado, disse o ministro. A chegada deve ocorrer em dez dias, a depender de liberação pelo governo indiano.
Uso emergencial
O ministro voltou a apresentar números segundo os quais o Ministério da Saúde possui contratada a compra de ao menos 350 milhões de doses de vacina até o fim do ano. “Contratado. Não é sinalizado, não é memorando de entendimento, é contratado. Empenho, liquidação e pagamento” disse.
Nesse total, o ministério contabiliza cerca 210 milhões de doses da Astrazeneca/Oxford e 100 milhões de doses da CoronaVac, os dois imunizantes que devem ser produzidos no Brasil, pela Fiocruz e pelo Butantan, respectivamente.
O ministério também negocia a compra de diversas outras vacinas – como a Sputinik V, de origem russa, as vacinas norte-americanas da Pfizer e da Moderna, e a vacina Jansen, empresa do grupo Johnson & Johnson. No entanto, Pazuello voltou a afirmar que as quantidades disponíveis para importação são “pífias” para as dimensões do Brasil e que o país precisa contar com a fabricação própria.
Com informações da Agência Brasil.
Segundo o ministro, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com a farmacêutica Astrazeneca, cuja produção será feita pela Fiocruz no Brasil, possui eficácia de 71% com a aplicação da primeira dose. “Com duas doses você vai a 90%”, disse Pazuello.
“Talvez o foco seja não na imunidade completa, mas na redução da contaminação”, afirmou o ministro, explicando que com uma primeira dose a ideia é de que a pandemia vá “diminuir muito”. Após essa redução nas contaminações é que se começaria a aplicação de uma segunda dose.
As declarações foram dadas em Manaus, onde o ministro se reuniu com o governador do Amazonas, Wilson Lima, para discutir medidas de enfrentamento à pandemia diante do avanço da doença no Amazonas. Na média dos últimos 14 dias, houve alta de 72% nas contaminações e 80% nas mortes, segundo os dados do governo estadual.
Em todo o Amazonas, tanto a rede pública como a privada encontram-se com mais de 90% dos leitos ocupados, sejam normais ou de UTI.
Início da vacinação
Em sua fala durante o encontro com o governador do Amazonas, Pazuello voltou a afirmar que a vacinação terá início simultâneo em todas as unidades da federação, “no dia D e na hora H”. O ministro não deu data específica, mas disse que os brasileiros estarão sendo vacinados “três a quatro dias” após a aprovação do uso emergencial de qualquer vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Ele convocou prefeitos a deixarem salas de imunização e depósitos refrigerados prontos para serem acionados logo após a aprovação de um imunizante. Pazuello acrescentou ainda que cada estado precisa ter um plano de imunização próprio preparado, devido às peculiaridades logísticas locais.
Assim como fizera na semana passada, o ministro apresentou três possíveis cronogramas. Em um panorama mais curto, a vacinação poderá começar até 20 de janeiro, segundo ele, caso haja liberação rápida da Anvisa. Nessa hipótese, já há 6 milhões de doses da CoronaVac, da empresa chinesa Sinovac, disponíveis para uso, que foram importadas pelo Instituto Butantan, de São Paulo.
Nesse caso, segundo ele, uma dificuldade é que a CoronaVac não possui autorização para uso emergencial nem mesmo na China, o que pode resultar em demora maior para a aprovação pela Anvisa. Ele afirmou que o ministério “tem todo interesse” na aprovação do imunizante.
Outras 2 milhões de doses da vacina da Astrazeneca/Oxford já foram compradas na Índia, onde já tiveram uso autorizado, disse o ministro. A chegada deve ocorrer em dez dias, a depender de liberação pelo governo indiano.
Uso emergencial
O ministro voltou a apresentar números segundo os quais o Ministério da Saúde possui contratada a compra de ao menos 350 milhões de doses de vacina até o fim do ano. “Contratado. Não é sinalizado, não é memorando de entendimento, é contratado. Empenho, liquidação e pagamento” disse.
Nesse total, o ministério contabiliza cerca 210 milhões de doses da Astrazeneca/Oxford e 100 milhões de doses da CoronaVac, os dois imunizantes que devem ser produzidos no Brasil, pela Fiocruz e pelo Butantan, respectivamente.
O ministério também negocia a compra de diversas outras vacinas – como a Sputinik V, de origem russa, as vacinas norte-americanas da Pfizer e da Moderna, e a vacina Jansen, empresa do grupo Johnson & Johnson. No entanto, Pazuello voltou a afirmar que as quantidades disponíveis para importação são “pífias” para as dimensões do Brasil e que o país precisa contar com a fabricação própria.
Com informações da Agência Brasil.


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