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domingo, 12 de março de 2023

Hospitalizações por Covid-19 crescem no Ceará e em mais 3 estados

 



Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) - associados à Covid-19 - mantiveram a tendência de alta já registrada nas últimas semanas no Amazonas e São Paulo e também apresentam tendência clara de aumento no Ceará e no Rio de Janeiro.

É o que revelam informações divulgadas ontem, dia 10, no último Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dados de 26 de fevereiro a 4 de março apontam, ainda, para sinais iniciais de aumento em Mato Grosso do Sul e no Pará.

O avanço da SRAG por Covid-19 - que gera hospitalizações - está mais associado a casos na população adulta. O InfoGripe também registra crescimento de casos entre crianças e adolescentes, mas não há uma associação viral clara, segundo o coordenador do boletim, Marcelo Gomes.

"Na Bahia, em Mato Grosso do Sul, no Paraná, em Santa Catarina e, em menor escala, em São Paulo, existe aumento nos casos positivos para rinovírus nas crianças até 11 anos", disse o pesquisador, em texto divulgado pela Agência Fiocruz de Notícias.

Vacinas

Ele destaca que o novo cenário de crescimento reforça a importância da campanha de vacinação iniciada no dia 27 de fevereiro pelo Ministério da Saúde, em que os grupos prioritários já podem receber as vacinas bivalentes contra Covid-19, atualizadas para conferir maior proteção contra a variante Ômicron.

Ao todo, 18 unidades da federação apresentam tendência de crescimento nos casos de SRAG, porém, apenas nas destacadas pelo estudo o movimento já pode ser considerado realmente uma expansão.

No Amazonas, além da covid-19, as hospitalizações por SRAG também estão associadas a casos de influenza A.

Apesar disso, o boletim informa, também, que em Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina há um crescimento de casos de SRAG concentrado entre crianças e adolescentes, que, até o momento, não se reflete na população adulta.

Fonte: O Povo

Chega a sete o número de açudes sangrando no Ceará; saiba quais


O açude Junco, no município de Granjeiro, no Cariri, entrou para a lista de reservatórios sangrando no Ceará na manhã deste sábado, 11. Os dados são do Portal Hidrológico, com dados da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Estado (Cogerh) e foram colhidos por volta das 11h30min.

Germinal, Tijuquinha, Valério, Itapajé, Quandú, e Acarape do Meio seguem sangrando desde essa sexta-feira, 10. Atualmente, a capacidade hídrica dos 157 maiores açudes do Ceará, monitorados em tempo real, está em 31,4% do volume total, situação avaliada como confortável em relação ao ano passado, quando os reservatórios tinham cerca de 21% da capacidade.

O resultado atual de 31,4% é o melhor para o Estado desde 2013. A tendência é que os açudes sigam enchendo até o fim da quadra chuvosa, em maio, se os prognósticos positivos de precipitação divulgados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos se confirmem.

Maior açude do Brasil, o Castanhão continua estável nos 19,68%. A situação mais confortável entre os maiores reservatórios do Ceará é a do Orós, com 45,89%, enquanto o Banabuiú, com 8,92%, está em nível crítico há anos.

De acordo com dados divulgados no portal da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídrico (Funceme), choveu 39,2 milímetros (mm) neste começo de março, ante 203,4 mm do normal para todo o mês — historicamente, o de maior volume de chuvas mensais no Ceará.

Fonte: O Povo

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