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| Foto Rafael Nascimento/MS |
Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com transtornos mentais
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| Foto Marcelo Camargo/ Agência Brasil |

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| Foto Rafael Nascimento/MS |
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| Foto Marcelo Camargo/ Agência Brasil |

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| Foto Reprodução |
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| Foto Helene Santos - Casa Civil |
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| Foto Thiago Gadelha |
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| Foto TV Verdes Mares/Reprodução |
Um vigilante foi morto com um tiro na cabeça ao reagir a um assalto no primeiro dia de trabalho em um laboratório clínico na Rua Boulevard João Barbosa, no Centro de Sobral, no interior do Ceará, na noite desta segunda-feira (1º).
Segundo testemunhas, um casal invadiu o estabelecimento e anunciou o assalto. João Victor Santos do Nascimento tentou conter a dupla, momento que ele foi atingido pelo disparo e morreu no local. Os suspeitos fugiram em seguida.
Conforme a Secretaria da Segurança, uma pessoa foi detida pela Polícia Militar, sob suspeita de participação no homicídio doloso.
Em nota divulgada nas redes sociais, o Centro Laboratorial Alves Aquino LTDA (Laboratório Larbos) lamentou a morte do vigilante terceirizado, que atuava na portaria e estava em seu primeiro dia na unidade, substituindo outro vigilante que entrou de férias.
“Destacamos que o episódio foi um ato criminoso externo e alheio à atuação do Laboratório Larbos. Mesmo assim, todas as medidas cabíveis foram imediatamente adotadas. Acionamos prontamente os órgãos de segurança pública e estamos colaborando de forma integral com as investigações, fornecendo todos os dados e registros necessários para auxiliar na elucidação dos fatos”, disse o laboratório.
Ainda conforme o estabelecimento, a empresa de segurança, responsável pelo profissional, está prestando todo o suporte necessário à família, assim como a entidade.
“Estamos em comunicação direta com a empresa de segurança para garantir que todas as providências necessárias sejam devidamente adotadas”, falou a empresa.
Por g1 CE
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) aumentou de R$ 8 mil para R$ 12 mil o valor da indenização por danos morais que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) terá de pagar ao influenciador digital Felipe Neto.

A desembargadora Renata Machado Cotta, da 2ª Câmara de Direito Privado do TJRJ escreveu, em sua decisão, que Nikolas fez uso, sem autorização, do nome, da voz e imagem de Felipe Neto para reprovar os posicionamentos do influenciador, afirmando que ele cancela, dezenas de pessoas e transmite ideias reprováveis a crianças.
A sentença, de primeira instância, que estabeleceu o valor em R$ 8 mil, é de novembro de 2024. No entanto, Felipe Neto recorreu, alegando que sua imagem foi usada de forma negativa, vexatória, com conteúdo veiculado nas redes sociais do réu, com a finalidade de obtenção de lucro.
Na decisão, por unanimidade, os desembargadores seguiram o voto da relatora. A desembargadora escreveu “que ambas as partes são pessoas públicas e que ostentam razoável condição financeira, considero que o valor deve ser majorado para R$ 12 mil, quantia que melhor considera a extensão da exposição a que o autor foi submetido, bem como o intuito, ainda que indireto, do réu, de obter provento próprio”.
Por Agência Brasil
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, por volta das 17h55, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.

O julgamento será retomado nesta quarta-feira (3), a partir de 9h, quando serão ouvidas as sustentações dos advogados de Bolsonaro; do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira e do general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022.
Pela manhã, o relator, ministro Alexandre de Moraes, leu o relatório da ação penal, documento que contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a condenação de Bolsonaro e dos demais acusados.
Foram destinadas oito sessões para análise do caso, marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.
A votação que vai condenar ou absolver os réus deve começar somente nas próximas sessões. As penas podem passar de 30 anos de prisão.
Após intervalo para almoço, os ministros começaram a ouvir as sustentações dos advogados dos oito réus.
A primeira a falar foi a defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. O advogado defendeu a manutenção do acordo de delação premiada e negou que o militar tenha sido coagido pelo ministro Alexandre de Moraes e integrantes da Polícia Federal a delatar.
Em seguida, o advogado do ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem negou que tenha sido determinado o monitoramento ilegal de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de desafetos políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o advogado Paulo Renato Cintra, Ramagem apenas “compilava pensamentos do presidente da República”.
A defesa do almirante Almir Garnier negou nesta terça-feira (2) que o militar tenha colocado as tropas à disposição da tentativa de golpe de Estado para reverter o resultado das eleições de 2022.
Último a se manifestar neste primeiro dia de julgamento, a defesa do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal da Justiça Anderson Torres classificou chamada minuta do golpe encontrada pela Polícia Federal (PF) como “minuta do Google”.
Os réus respondem no Supremo pelos crimes de:
A exceção é o caso do ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A possibilidade de suspensão está prevista na Constituição.
Por Agência Brasil
Integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta segunda-feira (1), uma proposta de envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) de um pedido para que a Corte autorize a prisão preventiva de 21 pessoas investigadas por suposto envolvimento na cobrança ilegal de mensalidades associativas descontadas das aposentadorias e pensões de milhões de brasileiros, em todo o país.

De autoria do deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), relator da comissão, o requerimento foi aprovado por 26 votos a favor e nenhum contrário, durante a quarta reunião, instaurada em agosto deste ano para apurar o esquema de descontos ilegais revelado pela Operação Sem Desconto, deflagrada em abril pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU).
Caberá ao ministro do STF, André Mendonça, relator do processo na Corte, decidir sobre o pedido de prisões preventivas solicitadas pelos parlamentares.
Ao sugerir que a CPMI pedisse que o STF autorize a prisão preventiva dos suspeitos, Gaspar destacou que “mesmo diante da presença de veementes indícios de materialidade e de autoria de infrações penais que vitimaram milhões de aposentados e pensionistas, até o momento nenhum investigado se encontra submetido a prisão cautelar”. Para o deputado, a medida preventiva é necessária para garantir a coleta de provas para instrução do processo e à eventual aplicação da lei.
Entre as pessoas incluídas no requerimento está o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, como é chamado, cuja convocação para depor já foi aprovada. Também constam da lista o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que foi exonerado do cargo no mesmo dia que a PF e a CGU realizaram a Operação Sem Desconto.
A CPMI também pede a prisão preventiva do ex-procurador-geral do INSS, Virgílio de Oliveira Filho, bem como dos ex-diretores do instituto, André Fidelis e Vanderlei Barbosa, além do advogado Eric Douglas Fidelis, filho de André, suspeito de movimentar valores do suposto esquema que, segundo os investigadores, foram destinados a seu pai, André.
Os outros investigados são Cecília Rodrigues Mota; Thaisa Hoffmann Jonasson; Maria Paula Xavier da Fonseca Oliveira; Alexandre Guimarães; Rubens Oliveira Costa; Romeu Carvalho Antunes; Domingos Savio de Castro; Milton Salvador de Almeida Júnior; Adelino Rodrigues Júnior; Geovani Batista Spiecker; Reinaldo Carlos Barros de Almeida; Vanderlei Barbosa dos Santos; Jucimar Fonseca da Silva; Philipe Roters Coutinho e Maurício Camisotti.
Conforme destacaram o deputado Alfredo Gaspar e o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), os 21 investigados listados são citados nominalmente no inquérito conduzido pela Polícia Federal, cujo teor é público.
Fonte: Agência Brasil/ EBC

O cantor Leonardo será uma das atrações da ExpoVaq 2025, a vaquejada de Farias Brito, marcada para acontecer entre os dias 17 e 21 de setembro, no Parque Silva Antero. O artista confirmou a apresentação no município por meio das redes sociais, informando que sobe ao palco no dia 19 de setembro.
Embora a prefeitura ainda não tenha divulgado oficialmente a programação de shows, que costuma contar com artistas nacionais e regionais, informações obtidas pelo Portal Miséria confirmam a participação do cantor de sertanejo no evento.
A ExpoVaq é considerada uma das maiores vaquejadas do interior do Ceará e, nesta edição, vai distribuir R$ 100 mil em prêmios e troféus nas categorias Profissional, Amador, Aspirante, Master, Jovem e Tropa de Patrão Aspirante.
Leonardo já esteve no Cariri em julho deste ano, quando apresentou-se na Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato).