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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Argentina e Inglaterra disputam vaga na final da Copa do Mundo nesta quarta-feira (15); confira o horário

Argentina e Inglaterra entram em campo nesta quarta-feira (15) para decidir a segunda vaga na final da Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada em Atlanta, nos Estados Unidos, e colocará frente a frente duas das seleções mais tradicionais do futebol mundial. A vencedora enfrentará a Espanha na decisão do título.

As duas equipes chegam praticamente completas para o confronto. Com o zeramento dos cartões amarelos após as quartas de final, todos os jogadores pendurados ficam à disposição. A única baixa é o zagueiro inglês Jarell Quansah, que cumpre suspensão após expulsão nas oitavas de final.

O duelo também reúne alguns dos principais artilheiros do Mundial. Lionel Messi soma oito gols na competição, enquanto Jude Bellingham e Harry Kane marcaram seis vezes cada. Pela Inglaterra, todos os gols no mata-mata foram anotados por Bellingham e Kane.

A Argentina busca chegar à decisão para tentar conquistar o bicampeonato consecutivo da Copa do Mundo, feito que não acontece desde a Seleção Brasileira, campeã em 1958 e 1962. Já a Inglaterra tenta voltar a uma final pela primeira vez desde 1966, quando conquistou seu único título mundial.

Confira o horário do jogo:

  • Argentina x Inglaterra
  • Data: quarta-feira, 15 de julho
  • Horário: 16h (horário de Brasília)
  • Local: Atlanta, Estados Unidos.

Prazo para decisão dos EUA sobre tarifa de 25% contra produtos brasileiros termina nesta quarta (15)

 

O prazo para que o Escritório da Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR) decida sobre a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros termina nesta quarta-feira (15). A medida é analisada com base na chamada Seção 301 da legislação comercial norte-americana, enquanto o governo brasileiro mantém negociações para tentar evitar a taxação.

A proposta foi apresentada no início de junho e prevê a cobrança adicional sobre parte das exportações brasileiras. No entanto, diversos produtos de grande relevância para a pauta comercial, como carnes, café, petróleo, peças de aeronaves, minerais metálicos, frutas e especiarias, ficaram de fora da lista por estarem enquadrados em regras de segurança nacional dos Estados Unidos.

O governo brasileiro contesta os argumentos utilizados pelo USTR, que apontam supostas práticas comerciais consideradas prejudiciais, como questões envolvendo o Pix, acordos comerciais preferenciais, etanol e políticas ambientais.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que realizou uma nova rodada de negociações com representantes do governo norte-americano e reiterou que não há justificativa técnica para a adoção das tarifas.

Enquanto aguarda a decisão dos Estados Unidos, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalha com diferentes cenários. O mais provável, segundo integrantes do Executivo, é a confirmação da taxação. Nesse caso, a estratégia inclui manter o diálogo diplomático, buscar novos mercados para as exportações brasileiras e adotar medidas de apoio aos setores que possam ser prejudicados.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que, se as tarifas forem efetivamente aplicadas, o governo poderá retomar o processo previsto na Lei da Reciprocidade, que permite ao Brasil responder a medidas comerciais consideradas prejudiciais. Ele também não descartou a edição de uma nova Medida Provisória para oferecer suporte aos exportadores afetados, nos moldes do programa criado durante o primeiro pacote de tarifas imposto pelos Estados Unidos.

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