
Argentina e Inglaterra entram em campo nesta quarta-feira (15) para decidir a segunda vaga na final da Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada em Atlanta, nos Estados Unidos, e colocará frente a frente duas das seleções mais tradicionais do futebol mundial. A vencedora enfrentará a Espanha na decisão do título.
As duas equipes chegam praticamente completas para o confronto. Com o zeramento dos cartões amarelos após as quartas de final, todos os jogadores pendurados ficam à disposição. A única baixa é o zagueiro inglês Jarell Quansah, que cumpre suspensão após expulsão nas oitavas de final.
O duelo também reúne alguns dos principais artilheiros do Mundial. Lionel Messi soma oito gols na competição, enquanto Jude Bellingham e Harry Kane marcaram seis vezes cada. Pela Inglaterra, todos os gols no mata-mata foram anotados por Bellingham e Kane.
A Argentina busca chegar à decisão para tentar conquistar o bicampeonato consecutivo da Copa do Mundo, feito que não acontece desde a Seleção Brasileira, campeã em 1958 e 1962. Já a Inglaterra tenta voltar a uma final pela primeira vez desde 1966, quando conquistou seu único título mundial.
Confira o horário do jogo:
- Argentina x Inglaterra
- Data: quarta-feira, 15 de julho
- Horário: 16h (horário de Brasília)
- Local: Atlanta, Estados Unidos.
Prazo para decisão dos EUA sobre tarifa de 25% contra produtos brasileiros termina nesta quarta (15)

O prazo para que o Escritório da Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR) decida sobre a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros termina nesta quarta-feira (15). A medida é analisada com base na chamada Seção 301 da legislação comercial norte-americana, enquanto o governo brasileiro mantém negociações para tentar evitar a taxação.
A proposta foi apresentada no início de junho e prevê a cobrança adicional sobre parte das exportações brasileiras. No entanto, diversos produtos de grande relevância para a pauta comercial, como carnes, café, petróleo, peças de aeronaves, minerais metálicos, frutas e especiarias, ficaram de fora da lista por estarem enquadrados em regras de segurança nacional dos Estados Unidos.
O governo brasileiro contesta os argumentos utilizados pelo USTR, que apontam supostas práticas comerciais consideradas prejudiciais, como questões envolvendo o Pix, acordos comerciais preferenciais, etanol e políticas ambientais.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que realizou uma nova rodada de negociações com representantes do governo norte-americano e reiterou que não há justificativa técnica para a adoção das tarifas.
Enquanto aguarda a decisão dos Estados Unidos, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalha com diferentes cenários. O mais provável, segundo integrantes do Executivo, é a confirmação da taxação. Nesse caso, a estratégia inclui manter o diálogo diplomático, buscar novos mercados para as exportações brasileiras e adotar medidas de apoio aos setores que possam ser prejudicados.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que, se as tarifas forem efetivamente aplicadas, o governo poderá retomar o processo previsto na Lei da Reciprocidade, que permite ao Brasil responder a medidas comerciais consideradas prejudiciais. Ele também não descartou a edição de uma nova Medida Provisória para oferecer suporte aos exportadores afetados, nos moldes do programa criado durante o primeiro pacote de tarifas imposto pelos Estados Unidos.
Quaest: Lula abre 8 pontos sobre Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Segundo o levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 37%, uma diferença de oito pontos percentuais. Brancos, nulos e eleitores que afirmam não votar representam 14%, enquanto 4% ainda estão indecisos.
Em comparação com o levantamento anterior, divulgado em junho, Lula oscilou de 44% para 45%, enquanto Flávio passou de 38% para 37%. Em maio, os dois apareciam tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula venceria por 45% a 36%. Em uma disputa contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista aparece com 45%, contra 35%. Já diante de Renan Santos (Missão), Lula registra 45%, enquanto o adversário soma 33%.
No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 28%. Ronaldo Caiado aparece com 4%, Renan Santos tem 3% e Romeu Zema registra 2%.
O levantamento também aponta uma melhora na avaliação do governo federal. Pela primeira vez desde dezembro de 2024, a aprovação da gestão Lula supera numericamente a desaprovação: 48% aprovam o governo, enquanto 47% desaprovam. A avaliação do presidente também apresentou equilíbrio, com 36% classificando a administração como positiva e o mesmo percentual considerando-a negativa.
De acordo com o diretor da Quaest, Felipe Nunes, a pesquisa também captou os efeitos de acontecimentos recentes no cenário político, como a repercussão da disputa pública entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a operação da Polícia Federal envolvendo o senador Jaques Wagner (PT).
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

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