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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Cearense Camilo Santana assume liderança do PT no Senado nesta quarta-feira (8)

 


Foto Carlos Moura/Agência Senado
O senador Camilo Santana (PT) assumiu, nesta quarta-feira (8), a liderança da bancada do PT no Senado. A mudança foi antecipada pela assessoria do parlamentar ao PontoPoder e oficializada na manhã de hoje, após reunião dos parlamentares da legenda.

O ex-ministro da Educação vai assumir o posto deixado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), que passou a exercer a liderança do Governo no Senado após a saída do senador Jaques Wagner (PT-BA).

A nova função amplia ainda mais o espaço político do senador cearense e chega em um momento de intensa articulação no Congresso.

À frente da bancada petista, Camilo terá a missão de coordenar a atuação do partido em pautas consideradas prioritárias pelo governo, uma delas, é a PEC do fim da escala 6x1, que aguarda uma decisão da Mesa do Senado para começar a tramitar.

Com informações do Diário do Nordeste.

Tarifa dos Estados Unidos pode atingir mais de 4 mil produtos do Brasil

Foto Gilberto Sousa/CNIq
Uma projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, caso o governo dos Estados Unidos adote as novas propostas de taxação contra o Brasil, de 25% e 12,5%, cerca de 4.187 produtos exportados pelo Brasil serão afetados, o equivalente a US$ 14,9 bilhões em exportações.

Todos esses produtos estão hoje submetidos à tarifa adicional temporária de 10% prevista na Seção 122 da legislação comercial norte-americana, vigente até dia 24 de julho.

Se as duas novas propostas forem adotadas, haverá um acréscimo de 27,5 pontos percentuais sobre esses bens, dos quais 62% são bens intermediários, utilizados como insumos em processos produtivos. Neste caso, a taxação contra o Brasil chegaria em 37,5%.

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, novas tarifas contra o Brasil também vão elevar custos para empresas, consumidores e cadeias produtivas dos Estados Unidos.

“O aumento das tarifas compromete uma relação comercial construída ao longo de décadas e prejudica empresas dos dois países. Estamos falando de cadeias produtivas altamente integradas, nas quais muitos produtos brasileiros são essenciais para a indústria norte-americana”, explica.

Com informações do Site Opinião CE.

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