Fernando Batista Melo, de 46 anos, preso por matar o próprio filho dentro de uma kitnet em Manaus, foi encontrado morto nesta quarta-feira (24) em uma cela do Centro de Detenção Provisória de Manaus 2 (CDPM 2). A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap), que informou ter instaurado procedimentos administrativos e adotado as medidas legais para apurar as circunstâncias da morte.
Fernando havia sido preso após ser apontado como autor do assassinato do próprio filho, de 2 anos, ocorrido no bairro Cidade de Deus, na Zona Norte da capital amazonense. Segundo as investigações da Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma discussão entre o suspeito e a mãe da criança, que cobrava o pagamento de pensões alimentícias atrasadas.
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Conforme a polícia, horas depois da discussão, Fernando foi até a kitnet onde o menino estava na companhia do avô. No imóvel, ele entrou no banheiro com a criança, trancou a porta e a matou.
Inicialmente, informações divulgadas no local do crime apontavam que a vítima teria sido arremessada contra uma parede e esfaqueada. No entanto, um laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) descartou essas hipóteses e concluiu que a criança morreu por asfixia e enforcamento, sem sinais de traumatismo craniano ou perfurações por arma branca.
De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, vizinhos ouviram gritos vindos da residência e acionaram a polícia. Quando os agentes chegaram ao local, encontraram a criança já sem vida. Fernando fugiu em uma motocicleta logo após o crime, mas acabou localizado e preso.
Agora, além da investigação sobre o homicídio da criança, as autoridades também apuram as circunstâncias da morte de Fernando dentro da unidade prisional. Até o momento, a Seap não divulgou detalhes sobre como o detento foi encontrado nem se há indícios da participação de terceiros no caso.
Via portal Folha do Estado
Moraes proíbe visitas de Flávio a Jair Bolsonaro por 90 dias
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, nesta segunda-feira (13), as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao pai Jair Bolsonaro.
A decisão ocorre após o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) acionar o Supremo e questionar a legalidade da divulgação da “carta aos brasileiros”, assinada pelo ex-presidente.
O deputado alega que Jair Bolsonaro descumpriu decisão do STF ao ter o material divulgado nas redes sociais.
A proibição, inicialmente, é válida por 90 dias. O período engloba, por ora, o primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.
O ministro ainda intimou a defesa de Jair Bolsonaro para que se manifeste, em 48 horas, se o ex-presidente tinha conhecimento de que a carta seria divulgada pelo senador, que é pré-candidato à Presidência da República.
A carta, lida por Flávio no sábado, traz manifestação de Jair apontando o filho como candidato ao Palácio do Planalto. Bolsonaro está em prisão domiciliar e proibido de acessar à internet.
Via Diário do Poder


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