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| Foto Divulgação/Abicalçados. |
Cerca de 13% dos produtos cearenses exportados aos Estados Unidos serão taxados em 37,5% para entrar no país norte-americano, conforme cálculo de fonte especializada.
O governo de Donald Trump anunciou, na última quinta-feira (23), a decisão de aplicar novas taxas de importação a 60 países, incluindo o Brasil.
A nova tarifa foi aplicada no âmbito de uma investigação sobre trabalho forçado, segundo o governo norte-americano.
Países que, segundo os Estados Unidos, adotam práticas para proibir essa prática estão sujeitos à tarifa de 10%.
Já em países em que a gestão republicana disse não identificar as medidas, como o Brasil, a alíquota aplicada é de 12,5%.
Essa tarifa deve se somar à alíquota de 25% anunciada em junho para alguns produtos brasileiros.
Ou seja, parte dos produtos brasileiros terá tarifa de 37,5%. Na pauta exportadora cearense, os principais itens afetados pela sobretaxa são calçados, máquinas e equipamentos elétricos.
Concorme cálculos do conselheiro do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), Pedro Rafael Fernandes, "aproximadamente 12,8% das exportações cearenses podem ficar sujeitas ao adicional acumulado de 37,5%".
"Esse percentual representa cerca de R$ 228 milhões em vendas aos Estados Unidos. Aplicando a alíquota de 37,5% sobre esse valor, o impacto tarifário potencial seria de aproximadamente R$ 85,5 milhões", calcula o economista.
O levantamento considerou as exportações cearenses aos EUA no primeiro semestre de 2026, com base em dados do Comex Stat, plataforma do Governo Federal com dados de exportações e importações brasileiras.
A imposição de tarifas leva à redução das quantidades comercializadas, o que preocupa as indústrias que têm os EUA como o principal destino dos produtos.
Na teoria, a tarifa é paga pelo importador norte-americano ao receber o produto brasileiro no país. Mas os custos podem ser divididos entre as empresas e os negociadores, por redução das margens de lucro ou renegociação dos contratos.
Com informações do Diário do Nordeste.
Ceará tem redução de 40% nas mortes violentas no primeiro semestre de 2026
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| Foto: Divulgação/SSPDS |
O Ceará registrou 846 mortes violentas no primeiro semestre de 2026, uma redução de 40,80% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e foram apresentados pelo governo do Estado nesta segunda-feira (27).
A estatística diz respeito aos Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) - que incluem homicídio doloso, feminicídio, lesão corporal seguida de morte, e latrocínio. Entre janeiro e junho de 2025, o estado havia registrado 1.429 ocorrências no total.
O levantamento do MJSP mostra, ainda, que a redução no Estado é maior do que a média de diminuição do país, que é de 13,52%.
Outro dado destacado pelo Governo do Estado foi o de redução de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs) - que incluem roubo de veículo, roubo de cargas e roubo a instituições financeiras. O Ceará liderou a redução dessas ocorrências no Brasil, diminuindo 62,27%, em comparação com o 1º semestre de 2025.
Com informações do Diário do Nordeste.


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