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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Mega-Sena acumula e próximo prêmio está estimado em R$ 100 milhões

 


Foto Thiago Gadelha 
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.039 da Mega-Sena, realizado nesta última quinta-feira (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 100 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no domingo (2).

As dezenas sorteadas foram: 30 - 35 - 38 - 39 - 46 - 50.

- 41 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 64.733,96 cada;

- 2.549 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.716,31 cada.
Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (1º), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa ou pela internet, no site ou aplicativo do banco.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Com informações da Agência Brasil.

Novo esquema vacinal contra poliomielite começa em agosto no Ceará em meio à baixa vacinação

Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com o intuito de reforçar a proteção contra a poliomielite, o Ceará passa a contar, a partir da próxima segunda-feira (3), com um novo esquema de vacinação contra a doença. Aplicada anteriormente por via oral – versão que deu origem ao “mascote” Zé Gotinha –, a vacina passou a ser exclusivamente injetável em novembro de 2024, com aplicação em três doses e um reforço.

Agora, o cronograma ganha uma segunda dose de reforço, que deve ser aplicada aos quatro anos de idade. Assim como as demais doses, esta será aplicada com a vacina inativada poliomielite (VIP), único método de proteção desde a mudança para a vacina injetável.

A mudança acrescenta uma nova dose para garantir maior proteção às crianças. As primeiras três doses seguem sendo aplicadas aos dois, quatro e seis meses de idade, e a primeira dose de reforço segue aos 15 meses.

No Ceará, 110 mil crianças estão na faixa etária indicada e podem receber a segunda dose de reforço, segundo a coordenadora estadual de Imunização, Ana Karine Borges.

Ela explica que a decisão de retomar a segunda dose de reforço, que já existia na versão oral da vacina e foi extinta após a mudança para a versão injetável, partiu de uma queda na cobertura vacinal no País.

“Considerando todo o processo de queda das coberturas vacinais depois de 2019, de 2021, em que nós tivemos uma cobertura vacinal de 70%, a gente tem crianças que hoje estão com quatros anos de idade e que precisam nessa dose de reforço”, pontua.

Com informações do Diário do Nordeste.

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