
A foto de um cachorrinho sendo velado viralizou nas redes sociais e também tem dividido opiniões. A imagem foi publicada em uma página de humor e fatos inusitados no Facebook. Nela, o cãozinho aparece dentro de um caixão, enrolado em um lençol e coberto de flores.
Na legenda do post constava que o caso teria ocorrido na cidade de Ilhéus, na Bahia. Por meio de nota, o Serviço de Assistência Familiar (SAF) informou que vendeu o caixão para os donos do cachorro no último sábado (7). A urna funerária foi confeccionada especialmente para o animal.
Por meio de nota, o SAF também informou que apenas comercializa caixão para animais de estimação, mas não realiza velório.
“Nos últimos dias viralizaram algumas imagens nas redes sociais de um possível velório de um cachorro em nossa unidade. Diante disso, informamos que o SAF apenas comercializa a urna (caixão) para animais de estimação. NÃO realizamos velórios, processos de conservação ou sepultamento destes. Estes processos descritos são de responsabilidade da família. Nossos espaços obedecem a todas as regras sanitárias e são utilizados APENAS para velórios de humanos. O respeito ao cliente será sempre nosso principal valor”, disse a nota.
No Facebook, muitos internautas elogiaram a atitude do dono do animal.“Isso é respeito e demostração do amor que o dono (a) tinha pelo animal , acredito que tenha sido uma dor muito grande. Meus pêsames. Eu não sei se aguentaria passar por isso pq amo muito o meu“, publicou uma internauta.
“Mais que digino de quem tem amor pelos seus animais de estimação, nos tempos de hoje ,Sou mais os animais do certos HUMANOS, tantos animais sendo maltratados nesse mundo horrível de hoje“, publicou outra internauta.
Fonte: Correio 24 horas e G1 Bahia
Assembléia Legislativa do Rio aprova homenagem ao sniper que matou sequestrador
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) aprovou conceder a Medalha Tiradentes ao sniper que matou o sequestrador do ônibus da Ponte-Rio Niterói, Willian Augusto da Silva. A Medalha é a maior honraria da Assembléia e o projeto teve autoria dos 12 deputados da bancada do PSL.
De acordo com o projeto, primeiro sargento do Bope foi quem efetuou o disparo “que pôs fim ao sequestro e salvou a vida dos 37 reféns”. Durante o debate sobre a homenagem, no entanto, diversos parlamentares decidiram abster seu voto. Entre eles, Luiz Paulo (PSDB) explicou que sua abstenção era para proteger a identidade do policial que efetuou o disparo, porém essa informação foi contestada pelo deputado Poubel (PSL), que afirmou que a identidade do sargento seria preservada, já que a homenagem seria entregue para o comandante do BOPE, diz o Jornal Extra.
Fonte: RC

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