Apreensões da droga no país cresceram 70% nos primeiros 5 meses de 2019
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Droga apreendida no Porto do Rio foi encontrada dentro de contêiner
A Receita Federal e policiais federais da Delegacia de Repressão às Drogas (DRE) encontraram cerca de meia tonelada de cocaína no Porto do Rio de Janeiro na madrugada deste sábado (31).
Segundo agentes que participaram da ação, os 550 quilos de cocaína passariam por Roterdã, na Europa, e teriam como destino final Israel, no Oriente Médio.
A droga foi apreendida e encaminhada para a sede da delegacia especializada da Polícia Federal, na Praça Mauá.
No ano passado, a Receita Federal apreendeu 1,3 tonelada de cocaína no Porto do Rio. A carga foi localizada em dois contêineres. Os contêineres tinham como destino o Porto de Tema, em Gana, mas com uma escala na Europa, destino de 90% dos carregamentos de drogas apreendidas no país.
Operação contra o tráfico internacional - Nesta terça-feira (27), a Polícia Federal realizou duas operações contra o uso de portos brasileiros para o tráfico internacional de drogas em navios cargueiros. Durante a ação, 12 pessoas foram presas e cinco continuam foragidas. Em um imóvel os agentes apreenderam US$ 7,2 milhões e R$ 1,6 milhão em espécie. As ações foram comandadas pelas delegacias da PF em Itajaí (SC) e Santos (SP).
Coordenador é morto por aluno dentro de escola
Um coordenador pedagógico do Colégio Estadual Machado de Assis foi morto por um aluno dentro da escola, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, nesta sexta-feira (30), segundo informou a Polícia Civil. A investigação inicial aponta que Bruno Pires de Oliveira, de 41 anos, foi esfaqueado por um jovem de 18 anos, que fugiu de moto após o crime.
O crime aconteceu por volta das 12h30. O coordenador chegou a ser socorrido, segundo a polícia, para uma unidade de saúde em Águas Lindas de Goiás, de onde foi transferido para um hospital em Ceilândia, no Distrito Federal, mas não resistiu ao ferimento e morreu.
As aulas estão suspensas na escola, onde foram colocados cartazes e uma faixa preta para comunicar o luto.
Segundo o delegado responsável pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), Cleber Martins, ao que tudo indica, o aluno não ficou satisfeito ao ser cortado de um projeto esportivo na escola e resolveu tirar satisfação com o coordenador, o que resultou no crime.
“Ele [suspeito] estava dentro de um projeto de esporte e decidiram por tirá-lo. O coordenador teria sido um dos que tinha defendido a saída dele. Em razão disso, ele foi procurar o professor, que atua como coordenador, e deu uma facada nele dentro da escola, na frente de outros funcionários”, disse Cleber Martins.
Ainda segundo a polícia, o suposto autor é aluno do 9º . "O professor foi atingido por uma facada que perfurou o fígado", diz nota da Polícia Civil.
O delegado informou também, segundo foi relatado por funcionários à Polícia Militar, que o aluno tinha sido retirado do projeto esportivo, que fazia em horário diferente das aulas, como consequência do baixo rendimento escolar.
Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) lamentou a “morte violenta do coordenador pedagógico Bruno Pires de Oliveira".
"É lamentável. Mais uma morte trágica no ambiente escolar, que reitera a necessidade da proteção dos/as profissionais da Educação. É preciso agir para que vidas não mais sejam retiradas. Basta de tanta violência! A Educação pede paz!”, disse a presidente do Sintego Bia de Lima.
A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) também lamentou a morte do coordenador que atuou como professor de Geografia, e disse que acompanha o caso.
"A Seduc Goiás informa que já enviou uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogo, assistentes sociais e integrantes da Superintendência de Segurança Escolar, para dar o suporte necessário aos estudantes, professores e familiares do professor", diz a nota.
O governador Ronaldo Caiado (DEM) usou uma rede social para falar sobre a morte de Bruno.
“Todo o Estado de Goiás está de luto pela morte do professor Bruno Pires de Oliveira. Que nossas orações ajudem a trazer conforto à família do professor e à comunidade escolar. Não podemos mais conviver com a violência nas nossas escolas. Construir a cultura da Paz no ambiente escolar é um desafio grande e urgente. É tarefa de todos nós, ou a paz não será de ninguém”, publicou.
Com informações G1

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