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| Foto Thiago Gadelha. |
Os clientes da Enel Distribuição Ceará terão uma redução de 5,87% nas tarifas de energia elétrica a partir desta quarta-feira (26). A medida foi viabilizada pela incorporação dos recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP).
A utilização dos recursos foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta última terça-feira (25). Com a aprovação, o reajuste tarifário anual de 5,78%, que entrou em vigor no fim de abril, será "compensado".
O efeito médio sentido nas tarifas de energia do Ceará, comparado a 2025, será uma redução de -0,43%.
Os clientes da baixa tensão, que incluem residências e pequenos comércios, terão redução estimada de 6,65 pontos percentuais em relação ao efeito aprovado em abril. Já para os clientes de média e alta tensão, em geral indústrias e grandes comércios, a redução estimada é de 3,29 pontos comerciais.
Os recursos da UBP homologados para a Enel Ceará somam cerca de R$ 484,6 milhões. O montante corresponde a valores devidos por usinas hidrelétricas pelo direito de exploração de potenciais hidráulicos, considerados bens da União.
Quando repactuados, os valores são destinados à modicidade tarifária dos consumidores atendidos por distribuidoras localizadas nas áreas da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Com informações do Diário do Nordeste.
Casas Bahia fecha três lojas no Ceará e demite até 40 trabalhadores, diz sindicato
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| Foto Sara Maia |
Entre 30 e 40 trabalhadores foram demitidos no Ceará durante o processo de reestruturação do Grupo Casas Bahia, estima Sebastião Costa, presidente do Sindicato dos Comerciários.
O impacto no mercado de trabalho local decorre do fechamento de três unidades da rede no Estado: uma no bairro Montese, em Fortaleza, e duas nos municípios de Pacajus e Itapipoca.
O movimento ocorre no contexto do pedido de recuperação judicial ajuizado pela empresa em 16 de agosto de 2026. Em crise financeira, o grupo prevê o encerramento de 300 lojas no País e 3 mil desligamentos após registrar prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre.
Segundo o sindicato, não há dados formais da varejista sobre a previsão de novas demissões ou desativação de filiais.
O levantamento de demitidos é realizado pela própria entidade via contato direto com os ex-funcionários, diante da falta de transparência da gestão.
"Se vem mais fechamento, eu não tenho como dizer. Não tem uma estimativa de novos cortes porque a empresa não se abre, não divulga e não procurou o sindicato", pontua Costa
Com informações do O Povo.


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