Jorge Horacio Messi morreu em Rosário, na Argentina, após enfrentar uma longa doença; ele teve papel fundamental na carreira do craque argentino
Jorge Horacio Messi, pai e empresário do astro argentino Lionel Messi, morreu aos 68 anos. A informação foi divulgada neste sábado (8), após a morte ocorrer na sexta-feira (7), em um sanatório de Rosário, na Argentina.
Segundo informações divulgadas por veículos de imprensa, Jorge Messi enfrentava uma doença prolongada e estava sob acompanhamento médico. A família ainda não havia divulgado um comunicado oficial nas primeiras horas após a confirmação da morte.
Além de pai, Jorge Messi exerceu durante anos um papel importante na carreira profissional do filho. Ele acompanhou de perto os primeiros passos de Lionel no futebol e esteve ao lado do jogador quando a família decidiu levá-lo para a Espanha, onde Messi passou a integrar as categorias de base do Barcelona.
Jorge também atuou como empresário e agente do craque argentino, participando de negociações de contratos, direitos de imagem e outros assuntos relacionados à carreira e aos negócios do filho.
A relação entre os dois foi marcada por uma forte parceria ao longo da trajetória de Lionel Messi. Jorge esteve presente desde a infância do jogador em Rosário e teve participação decisiva no processo que levou o filho ao futebol europeu.
A morte de Jorge Messi provoca repercussão no mundo do futebol. A Associação Argentina de Futebol e a Conmebol estão entre as instituições que prestaram homenagens ao pai do craque argentino.
Com informações de CNN
Flávio reage após Moraes negar visita a Bolsonaro no Dia dos Pais
O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se pronunciou na tarde deste sábado (8) sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de negar ao ex-presidente Jair Bolsonaro a visita dos filhos neste domingo (9), data que marca o Dia dos Pais. Em uma postagem na rede social X, Flávio disse que a decisão tira o direito “de um pai abraçar seus filhos”.
– Moraes proibiu a mim e aos meus irmãos de visitarmos nosso pai justamente no Dia dos Pais. Tiraram a liberdade dele. Agora querem tirar até o direito de um pai abraçar seus filhos. Isso tem dia e hora para acabar! – escreveu.
SOBRE A DECISÃO
Moraes negou um pedido da defesa de Bolsonaro para que os filhos do líder conservador pudessem visitá-lo neste domingo, no Dia dos Pais. A medida buscava flexibilizar as proibições de receber visitas impostas pelo magistrado a Bolsonaro em julho.
Os advogados haviam solicitado autorização excepcional para que Carlos (PL-SC), Jair Renan (PL-SC) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estivessem com o pai durante este domingo. Segundo a defesa, o pedido tinha caráter estritamente familiar e humanitário e buscava preservar os vínculos entre o ex-presidente e os filhos.
Moraes, porém, manteve a proibição. O ministro justificou que a restrição faz parte da punição de 30 dias sem visita imposta a Bolsonaro no último dia 17 de julho, quando o ministro aplicou a medida sob a alegação de descumprimento de condições judiciais. Durante esse período, o ex-presidente está impedido de receber visitantes, com exceção de médicos e advogados.
A situação de Flávio, por sinal, é até diferente da dos irmãos. Em 13 de julho, Moraes determinou a suspensão das visitas do senador ao pai por 90 dias. A medida foi adotada após Flávio ter publiado nas redes sociais uma carta escrita por Bolsonaro. No documento, o ex-presidente o designava como seu porta-voz na disputa eleitoral deste ano.
A defesa de Bolsonaro recorreu da decisão e argumentou que a suspensão das visitas seria desproporcional. Os advogados também sustentaram que o ex-presidente não sabia que a carta seria publicada por Flávio e negaram qualquer combinação prévia entre os dois para a divulgação.
Fonte: Pleno News

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