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sábado, 8 de agosto de 2026

Ceará tem redução de 51,9% no número de mortes violentas no mês de julho

 


Foto Thiago Gadelha/ SVM
O Ceará registrou uma redução de 51,9% no número de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLI) em julho de 2026, na comparação com o mesmo mês de 2025. A informação foi divulgada pela Secretaria da Segurança Pública durante coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (7).Foto: osé Leomar/SVM

Em julho deste ano, o estado contabilizou 125 crimes violentos, entre eles homicídio doloso, feminicídio, lesão corporal seguida de morte e latrocínio. No mesmo período do ano passado, foram registradas 260 ocorrências.

O interior do estado apresentou a maior redução no período: foram 143 casos em julho de 2025, contra 85 em julho de 2026.

O estado também apresentou queda nos casos de furto. Em julho de 2025, foram registradas 4.921 ocorrências. Já em julho deste ano, o número caiu para 4.011, o que representa uma redução de 18,5%.

Outra queda significativa foi registrada nos Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP), categoria que inclui todos os tipos de roubo, exceto latrocínio. Em julho deste ano, foram contabilizados 985 casos em todo o Ceará, contra 2.392 no mesmo mês de 2025. A redução nesse tipo de crime foi de 58,8%.

Com informações do G1 Ceará.

Pagamento via Pix cresce no setor de alimentação no Brasil e dinheiro perde força

Foto Shutterstock/Photo For Everything.
O Pix avança nos bares e restaurantes brasileiros, respondendo por uma média de 20,5% das vendas de salão e balcão. O dado confirma a consolidação do pagamento instantâneo no setor, que em levantamento anterior da Abrasel, em 2024, registrava um patamar de 16,5%.

Enquanto o Pix cresce, o dinheiro físico perde espaço e representa apenas 8,3% das vendas presenciais. O cartão de crédito continua na liderança, com 41,5% das transações, seguido pelo cartão de débito, com 25,1%.

As informações integram a Pesquisa Nacional de Conjuntura Econômica da Abrasel, realizada em junho de 2026. O estudo ouviu mais de 1,6 mil empresários do setor de alimentação fora do lar em todo o país.
Adesão varia por faturamento

A adesão ao Pix é mais intensa entre as empresas de menor porte. Nos estabelecimentos com faturamento anual de até R$ 130 mil, o meio de pagamento responde por 30,4% das vendas. A participação é de 22,6% nos negócios que faturam entre R$ 130 mil e R$ 360 mil.

Já nos estabelecimentos que faturam de R$ 360 mil a R$ 1 milhão, o índice chega a 24%. Nas empresas de maior porte, a modalidade tem participação mais moderada, variando entre 14,9% e 17,5%.

O levantamento também aponta diferenças por tipo de operação. O Pix já representa 24,6% das vendas na alimentação rápida, 21% em restaurantes especializados, 19,9% em bares e casas noturnas, e 17% nos restaurantes de almoço, como os que operam no sistema a quilo.

Com informações do Ceará Agora.

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