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| Foto Samuel Satubal |
Entre agosto e setembro, a temporada de ventos está prevista para o Ceará. Nesse período, a ventania é mais intensa e veloz, marcando o fim da estação chuvosa do Estado.
Por não ter as quatro estações do ano definidas, a chuva vira um ponto de referência sobre o tempo do Estado, segundo a gerente de Meteorologia da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Meiry Sakamoto.
Com o período, há um aumento no registro de doenças respiratórias, como gripes e viroses. Aqueles que têm o diagnóstico crônico podem ter seus quadros ainda mais agravados.
Com informações do O Povo.
Além do Brasil, Pix chega a 8 países na Europa, América do Sul e América do Norte
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| Foto Shutterstock |
Brasileiros já podem usar Pix para pagar compras em oito países sem recorrer ao cartão de crédito ou dinheiro em espécie. A modalidade está disponível em alguns estabelecimentos do Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França por meio de parcerias entre bancos, fintechs e empresas de pagamentos.
Na prática, o funcionamento é semelhante ao do Pix no Brasil. O estabelecimento gera um QR Code na maquininha, que é escaneado pelo aplicativo do banco brasileiro. Antes da confirmação, o cliente visualiza o valor final em reais, já com a conversão cambial e as tarifas aplicáveis. Após a autenticação por senha ou biometria, a empresa responsável pela operação liquida o pagamento ao comerciante na moeda local.
Apesar do avanço, o Banco Central esclarece que não existe um Pix internacional oficial. As operações são intermediadas por instituições autorizadas a operar câmbio, que convertem automaticamente o valor da compra para a moeda local no momento da transação.
O pagamento no exterior está disponível apenas em estabelecimentos parceiros integrados às plataformas de conversão cambial, principalmente em destinos turísticos. Nesses locais, o valor da compra é convertido automaticamente para a moeda local no momento da transação.
Como não se trata de um sistema oficial de pagamentos internacionais operado pelos governos dos países onde o serviço está disponível, sua utilização ainda é restrita às redes privadas que oferecem essa tecnologia. Além disso, as operações estão sujeitas à cobrança de impostos, como o IOF, e à incidência de custos relacionados à conversão da moeda, como o spread cambial.
Com informações do Ceará Agora


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